Com
a exposição de tantos crimes impossíveis de não serem associados
ao PT, a esquerda brasileira se une em um esforço desesperado para
manter o projeto do foro de São Paulo - uma pátria única comunista
(ou socialista, como dizem aqueles que não são capazes de dizer a verdade!) na América Latina.
Nesse sentido, sindicatos e partidos lançam campanhas contra a liberdade de imprensa, sob o pretenso argumento, aliás mais "cara de pau" impossível, de limitar o poder do capital e de reduzir sua influência na manipulação da mídia; contra a repressão ao tráfico e ao uso de drogas; contra a redução da maioridade penal; contra a fiscalização nos presídios... Enfim, contra a sociedade!
Nesse sentido, sindicatos e partidos lançam campanhas contra a liberdade de imprensa, sob o pretenso argumento, aliás mais "cara de pau" impossível, de limitar o poder do capital e de reduzir sua influência na manipulação da mídia; contra a repressão ao tráfico e ao uso de drogas; contra a redução da maioridade penal; contra a fiscalização nos presídios... Enfim, contra a sociedade!
A
campanha deflagrada nos ônibus do Rio de Janeiro, contra a
repressão às drogas é um bom exemplo do quanto algumas pessoas são
capazes da exploração da ingenuidade, boa fé ou passividade dos
brasileiros - o que não deve se confundir com seu bom senso!
Inicialmente, a campanha parte de uma definição absurdamente
equivocada quando fala em "repressão militar" ao tráfico.
Ora, qualquer cidadão que venha pesquisar o assunto, concluirá que
a questão é policial e não militar. Aliás, não somente no
Brasil, mas em qualquer país democrático. Classificar o combate ao
narcotráfico ou ao uso de drogas, pelas polícias, como "repressão
militar" evidencia o comprometimento ideológico dos
idealizadores da campanha com os objetivos marxistas dos bolivarianos
que pretendem destruir a sociedade brasileira para, em um próximo
momento, conquista-la à força.
Não
se pode negar a condição inadequada dos presídios brasileiros mas,
no que concerne à repressão ao crime, são tantas as deficiências
que defender a impunidade do tráfico ou, como recentemente aprovado
no Rio de Janeiro, dificultar o controle do explosivo sistema
penitenciário mediante a suposta defesa da dignidade de presos e
visitantes, chega a ser criminoso! E, vale apontar, como destaque, o
discurso de um parlamentar fluminense que, ao discutir sobre a
proibição de revistas íntimas a visitantes e presos, declarou que
nos EUA tal não aconteceria! De fato, lá os níveis de controle, a
quase impossibilidade de contato físico com os encarcerados, a
inexistência das absurdas visitas íntimas e dos pátios lotados e
misturados - de presos e visitantes - bem como a presença de
sofisticados sistemas tecnológicos, tornam desnecessários certos
procedimentos. Mas aqui??? Quem fala em dignidade para a população
carcerária, considerado o cenário brasileiro, na verdade, não dá
nenhum valor à segurança ou à dignidade da população
ordeira.
Noutras
direções, medidas voltadas à defesa dos interesses de diversas
minorias, mas efetivamente orientadas no sentido do estabelecimento
do antagonismo racial, da criação de leis absurdas que dariam
direitos incoerentes e desproporcionais a militantes GLBT, são
implementadas nos níveis federal, estaduais e municipais. A posse e
o porte de arma - por cidadãos que respeitam as leis - são
satanizados, chegando ao absurdo de tentativas de proibição e
criminalização de armas de brinquedo infantis. Neste caso,
o comprometimento ideológico ou a busca de favores dos futuros
ditadores que se mostram como senhores na sonhada nomenclatura
tupiniquim, poderia chegar à condenação de imagens bíblicas ou a
uma cruzada contra espadas de brinquedo que sempre caracterizaram a
luta do bem contra o mal. Obviamente, livros e filmes - mesmo de
ficção, os grandes clássicos e, quem sabe até
a Bíblia - poderiam, em um segundo momento, ser também
proibidos. Alguém ignora o que ocorreu na China?
Assim,
mediante um conjunto de ações, aparentemente isoladas, os marxistas
(comunistas) que articulam ou desejam a tomada do poder no Brasil,
vão enfraquecendo o tecido social, solapando as bases da família,
das religiões e os valores tradicionais, conservadores. Tudo
mediante jovens ignorantes e manipuláveis que saem às ruas e
repetem frases de efeito contra o Congresso, contra a Polícia ou
ofensivos às Forças Armadas - cuidadosa e maldosamente "preparados"
por professores que vociferam contra o período de 64 a 84 e fazem
questão de ignorar o que teria ocorrido ao Brasil caso Dilma, José
Dirceu, Genuíno, Franklin Martins, Marighela, Lamarca e tantos
outros tivessem sido bem sucedidos. Quem não seria capaz de perceber
o alinhamento recentemente do Brasil com as grandes ditaduras e
fomentadores do terrorismo no planeta?
Não
dá para ficar neutro... Não há como concordar ou discordar,
parcialmente, do projeto totalitário do PT e do PSOL. Quem, por
vaidade, tolice ou interesse, se alia a tais inimigos do Brasil
um dia pagará o preço de seu crime ou aventura... E a maior chance
é que isto ocorra pelas mãos de seus próprios associados de hoje!
Afinal, Stalin matou todos os amigos de caminhada, assim como Mao
Tsé-Tung e Pol Pot... Aliás, os militantes socialistas, que tanto
se dizem “humanistas” e dizem defender a paz e a justiça
deveriam ser confrontados com a comprovada cifra de mais de 100
milhões de mortos pela sanha comunista na história do Século XX!