Pontos de vista sobre a Política e sobre o papel de cada um em face de seu exercício. Particularmente, este espaço buscará abordar a percepção do autor sobre o papel dos militares e de segmentos liberais ante as ameaças de totalitarismo socialista em curso no Brasil.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Ah se aqui fosse a Suiça ou o Japão!!! Aliás, nessas horas, seria bom que estivéssemos na China ou no Irã!!!!

Sobre a grave crise que assola a Petrobrás, seja no que concerne ao episódio "Pasadena", seja em relação a outras denúncias versando sobre má gestão, ou gestão fraudulenta da empresa, decorrentes de seu aparelhamento ideológico e seu uso político - que, em um país sério, acarretaria medidas pesadas de responsabilização -  alguns questionamentos parecem estar sendo cuidadosamente abafados ou evitados
 
E quais seriam?
 
Todos devem se recordar que, no ano de 2010, o então Presidente Lula posava para fotografias enaltecendo o "sucesso" de capitalização da Petrobrás na Bolsa de Valores. Na época, o Ministro Mantega destacava que a participação do governo na empresa crescia em quase 10% e o fundo de pensão dos funcionários da própria Petrobrás efetuava pesados investimentos em suas ações.
 
E, pouco à frente, quem não se lembra dos leilões do "pré-sal", caracterizados por rasgados elogios da presidência a "grandes" empresários que, pouco à frente mostrariam, efetivamente, o quão sombrias e maliciosas são as atuações petistas no mundo econômico, quando uma vez mais os brasileiros foram levados, por noticias tendenciosas e a divulgação de resultados manipulados, a investirem suas economias em ações da Petrobrás.
 
Pois bem... Além da questão de supostos crimes envolvendo compras de empresas, acima de questões relacionadas à gestão inadequada ou desastrada daquela que já foi uma das mais importantes empresas do mundo, não deveria ser investigado eventual crime relacionado à fraude contra investidores e o mercado financeiro?

Se nenhum dos instrumentos do Estado se dispuser a investigar eventuais crimes contra investidores e sistema financeiro, fica outra dúvida: Será que as dezenas de milhares de empregados da Petrobrás serão, todos, tão ideologicamente comprometidos com o PT a ponto de não provocarem uma auditagem séria em seu fundo de pensão, capaz de assegurar sua futura aposentadoria?
 
 

segunda-feira, 24 de março de 2014

Comunistas em manifestação democrática! Seria isto mesmo ou entendi errado?!

A história não registra, em qualquer parte do mundo, regime comunista coexistindo com as liberdades democráticas. Ao contrário, traz relatos relacionados um número de cem milhões de mortos durante as tentativas de implantação e manutenção desses regimes na antiga URSS e países a ela subordinados, na China, no Camboja, no Vietnã e em Cuba - para limitar a lista aos casos mais conhecidos.
 
Numa escala de proporcionalidade, o episódio mais grave teria tido lugar no Camboja, mediante o líder comunista Pol Pot e seu Khmer Vermelho, os quais promoveram um monstruoso genocídio - levando à morte mais de um quarto da população do país. Importante lembrar que Pol Pot estudou na França, onde conviveu com comunistas europeus.
 
Na URSS, o regime Stalinista chegou a assassinar mais de trinta milhões de russos e ucranianos, sem falar nos povos dos demais países ditos "satélites". Após a falência da URSS, em 1991, o partido comunista russo foi condenado à ilegalidade e, em alguns países da antiga "cortina de ferro", assim como ocorreu com o nazismo, foi também declarado proscrito - sendo considerados criminosos seus símbolos históricos.
 
E qual o motivo de tais lembranças? Simples... Hoje, na ALERJ, houve uma cerimônia simbólica de "restituição" dos mandatos dos comunistas que perderam seus mandatos em 1948. A sessão, em face da incontável repetição dos termos "democracia", "democrata" e "cidadania", bem como de palavras emocionadas e inflamadas de comunistas conhecidos, que de punhos cerrados e gritando palavras de ordem, poderia ser percebida como exemplo típico da falta de caráter da esquerda. Afinal, cada um tem o direito de acreditar no que queira, até no diabo... Mas dizer-se comunista e democrata equivale a dizer-se adorador do demônio e defensor dos dogmas Cristãos! Nesse ponto irão dizer: Ah, para os comunistas democracia é outra coisa... Curioso como até a OAB caiu nessa e passou a abrigar tantos íncubos e súcubas que, a cada dia mais, lhe destroem, pelas entranhas, o espírito democrático.
 
Durante a sessão, houve discursos de familiares de alguns cassados e desaparecidos políticos (?), alguns que atuaram no Araguaia defendendo a democracia, mediante armamento e treinamento provenientes de Cuba (grande exportador da democracia na América Latina). Nesse ponto vale dizer que não seria esperado que filhos,  filhas, esposos ou esposas, pais ou mães, não sentissem a perda de seus entes queridos... Impossível, mesmo, é pretender que outros, à exceção de companheiros de partido ou de propósitos, entendam a injustiça do fato.

quarta-feira, 19 de março de 2014

Burgueses ou proletários, culpados ou inocentes

De acordo com a percepção simplista, radical e sem qualquer compromisso com a realidade dos marxistas, inclusive daqueles que, atuando mediante a tentativa de anonimato ou de disfarce, se auto denominam "socialistas" ou "neossocialistas", a burguesia seria a classe social composta pelos capitalistas. Seus integrantes seriam aqueles que detém o capital, podendo ser comerciantes, industriais, proprietários de terras ou de imóveis - enfim, os únicos donos das riquezas do planeta, os controladores dos meios de produção. Hodiernamente, foi alçada à difamada burguesia quase toda a classe média, particularmente, os executivos, os profissionais liberais e até funcionários públicos, os quais, parece, não têm o direito de se dizerem "trabalhadores", denominação que, no Brasil, teve o significado surrupiado! Obviamente, parecem escapar da inclusão a maioria dos jornalistas e dos artistas, à exceção daqueles que, em algum momento, tenham tido a ousadia de qualquer manifestação contrária ao pensamento patrulhado do politicamente correto imposto pela sucia comunista... quer dizer socialista... quer dizer progressista...
 
Mais interessante ainda, segundo a visão caolha do grande saco de batatas sem princípios ou caráter que se auto define, quando há interesse, como "socialistas",  é a abrangência assumida pelo proletariado. O grupo, que em qualquer situação, sempre parte da mentira de se definir como democrata (afinal jamais foi registrado, no mundo, qualquer regime comunista ou socialista democrático, à exceção das denominações comumente utilizados), parece ser o único segmento que trabalha e sustenta o planeta. Que ironia pois, no Brasil, todos sabem que somente aqueles que usurparam a denominação de "trabalhadores", via de regra, não trabalham - sendo sustentados, e regiamente, por mensalões, esquemas de desvios de recursos, programas de apoio a países "companheiros" e até contratos de importação de mão de obra escrava na área médica, dentre outras artimanhas.
 
A bagunça semântica foi tão bem estabelecida que os responsáveis por sua implementação passaram a atuar, também, na mudança do passado!!! Se até bem pouco tempo as pessoas podiam sonhar em mudar somente o futuro, nestas plagas, foi criada a possibilidade de que o passado seja mudado. Se a moda vier a pegar, quem sabe, algum dia, o PT possa extinguir as grandes guerras mundiais e seus sombrios efeitos, as grandes epidemias, as grandes catástrofes... O mundo passará a ser outro, quem sabe sem fome, sem miséria... Tudo mediante a simples mudança da história, como já ocorreu no que concerne à guerrilha e aos crimes praticados por terroristas no Brasil. Graças à nova história, escrita pela "comissão da verdade" do governo, ninguém morreu vítima dos aliados de Cuba, Rússia, China e Albânia - que jamais atentaram contra a democracia no país. Assim, não há sofrimento de familiares, não há injustiça, ou jamais houve qualquer tentativa de implantação de uma ditadura sangrenta de parte dos jovens idealistas que defendiam a liberdade e a democracia surrupiadas covardemente pelos militares.
 
A mudança da história fez tanto sucesso no Brasil que até o STF pegou uma carona na coisa. O Tribunal também mudou a realidade de um passado recente e extinguiu a presença do crime de formação de quadrilha do "mensalão". Resta, apenas, saber se seus integrantes, no futuro planejado pelos democratas sonhadores no poder, serão percebidos como burgueses ou proletários - ou se serão vistos como companheiros ou como ameaça. A História de outros países, infelizmente imutável, registra que os aventureiros comunistas, ao tomarem o poder e assumirem a investidura com  ditadores do proletariado ou de intérpretes da vontade do povo, sempre os trata como burgueses. Afinal, para quem logra concentrar todos os poderes, qual a utilidade de um supremo tribunal?

quinta-feira, 13 de março de 2014

O caldo parece estar prestes a entornar...

Tenho recebido, mediante a internet, muitas mensagens de militares da ativa e da reserva contendo severas críticas aos comandos das instituições.  Tais textos já não representam, apenas, meras bravatas ou fatos tão isolados... Circulam centenas ou milhares de textos semelhantes pela web, sem falar de gravações de áudio e vídeo.

Em meus artigos anteriores, algumas vezes, falei sobre o perigo de uma gota d'água - o que me vem à mente ao vislumbrar a reedição da "marcha da família com Deus pela liberdade" prevista para o dia 22 de março, a qual parece estar tomando forma nas principais capitais do país.

O rastilho com que me preocupo não se constitui na marcha, propriamente, mas nas reações raivosas dos esquerdistas - eternamente incapazes do convívio com qualquer manifestação de pensamento que venha a contrariar suas verdades importadas, no Brasil associados a vândalos profissionais à soldo de partidos já sobejamente denunciados (e que gostam de posar de democratas e pacifistas) e de segmentos associados à quadrilha que controla o país.

Não conheço as origens da marcha, ou pouco sei sobre sua organização. Ao que tudo indica, seria uma manifestação genuína, natural da sociedade - ao contrário de outros eventos passados, tão divulgados na mídia como espontâneos e, na verdade, nascidos de uma ONG ligada ao PT e de militantes do partido da terra do nunca. Parece constituir-se, a marcha, em reação natural da sociedade, cansada de que lhe sejam impostos, goela abaixo, valores que, de fato, não deseja acolher...

O brasileiro é conservador, é ingênuo, tolo mesmo... Mas tenho muita preocupação no sentido de que a opinião publicada e as atitudes dos governos venham a romper os limites da paciência de todos e, aí, bastará um líder e a coisa fugirá do controle. Creio que aqueles que encomendam as pesquisas, ou as elaboram, incorrem em algum suposto básico!

Nossos comunistas estão seguindo à risca os ensinamentos contidos nos cadernos do cárcere, de Gramsci, mas não estão atentos aos alertas que faz seu próprio mestre ao tratar dos riscos de uma contra-revolução burguesa, na verdade, o que aconteceu em 64 e, ao que tudo indica, está sendo novamente decretada por Dilma e seus ministros e por um jornalismo que não enxerga um palmo à frente e parece acreditar em comunistas bons ou, quem sabe, gostar dos comunistas mesmo sabendo de suas perversidades.

Jornalistas não podem assumir a atitude de artistas, que se vendem a quem lhes ofereça um holofote ou lhes permita o brilho momentâneo - como registra a história de regimes totalitários de todos os matizes. Ou alguém ignora a proximidade estabelecida, nesses casos, entre artistas e poder? Obviamente, a história registra também o sofrimento daqueles que não se venderam.

No Brasil, a história não tem sido diferente e o partido que assumiu o controle total da vida nacional conta com um sem-fim de bajuladores famosos, dentre os quais não deveriam situar-se os jornalistas - em face de seu compromisso com a verdade. Se o que digo não é verdadeiro, ficam as perguntas: Que jornalismo investigativo desse país cumpre o papel de alertar à sociedade sobre o projeto autoritário representado pelo foro de São Paulo? Ou, ainda, que jornal ou programa de TV denunciou (ou denuncia) a proximidade do governo do Brasil com uma das mais ferozes e antigas ditaduras do planeta? E para finalizar, quem teve a coragem ou a honestidade de mostrar che guevara como realmente foi? É o que disse no início... Há que se ter cuidado, pois o povo parece apático e tolo mas tem alguma percepção sobre o que ocorre e, ante a gota d'água, bandidos e associados serão responsabilizados por suas atitudes.

quarta-feira, 12 de março de 2014

Leiam, pensem e decidam!

Há algum tempo venho tentando, mediante alguns textos, provocar a reflexão das pessoas sobre o processo, até recentemente discreto, de tentativa de "reconstrução" da história, de substituição de valores e de destruição da família - tudo muito bem conduzido segundo as orientações da nova internacional comunista para a América Latina: O foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel Castro e que conta, entre seus membros, com as FARC, MST, além de todos os governos de esquerda da Região.
 
No sentido de reforçar os argumentos apresentados, passei a reproduzir, nesse espaço, artigos de outros autores cuja seriedade, capacidade, compromisso com a verdade e coerência sempre admirei.
 
Se, por diversas razões, este blog não é visitado ou seus artigos não são lidos conforme gostaria, o fato não tira do mesmo o valor de funcionar como uma forma de desabafo - veículo mediante o qual me esforço por fazer minha parte e assumo minha posição ante as ilegalidades, os arbítrios, a corrupção e a falta de caráter que assumiram as rédeas do Brasil.
 
Infelizmente, há quem acredite - e não poucos - que o comunismo não mais exista ou represente perigo - e que os perigos que denuncio sejam preocupações de alguém cismado com conspirações e suscetível à influências externas. Assusta que dentre os céticos estejam jornalistas, advogados e empresários, cujas atividades deveriam impor-lhes certo cuidado na análise perspectiva do momento atual.
 
A dita "comissão da verdade", e os fanáticos que a conduzem, têm assumido ações inimagináveis capazes de atestar o compromisso do instrumento para com a esquerda, o comunismo e contra a sociedade brasileira, conforme hoje estruturada, sem que o fato provoque qualquer crítica daqueles que se intitulam legalistas ou arautos da liberdade. A grande imprensa, ignorando o destino do segmento nos países onde o comunismo logrou assumir integralmente o poder, insiste em bajular o PT e, dentro do partido, suas figuras mais radicais.
 
A prova irrefutável de comprometimento do STF com o projeto de poder em curso não foi objeto de crítica severa e contundente da imprensa que, neste caso, se afasta do público e passa a refletir, tão somente, a opinião publicada. Os absurdos  votos dos Ministros contra o crime de formação de quadrilha foram cuidadosamente "abafados", como seria impensável em um país democrático e gozando de todas as liberdades...
 
A mesma mídia que critica o período de 64 a 84, faz questão de ignorar que o primeiro presidente militar foi eleito pelas principais figuras políticas do país à época - depois de haver fracassado a tentativa de um gabinete civil. Ignora, também, que os militares formaram equipes de notáveis, quase todos civis de renome e cuja memória segue respeitada, que elaboraram planos estratégicos de desenvolvimento que foram respeitados por todos os governos do período. Assim é que seria cansativo listar as inúmeras obras fundamentais para a infraestrutura do país que nasceram dos governos militares - algumas até criticadas por sua envergadura à época, como Itaipu e os aeroportos de Guarulhos, galeão e confins. Se os esquerdistas que, de forma tendenciosa e intencional, se alinham ao foro de São Paulo para reescrever a história nacional, deveriam apontar quais as obras de infraestrutura foram concluídas após a saída de Figueiredo do governo!
 
A sociedade deve acordar para o fato que nenhum país consegue manter o desenvolvimento e emprego com base em mentiras e artifícios. Ao final, inexoravelmente, alguém terá que pagar a conta... Quem imagina que a economia do Brasil seja sólida o suficiente para suportar o PT e sua incapacidade de gerar desenvolvimento, empregos e riquezas e em investir na infraestrutura nacional; bem como a corrupção institucionalizada que alimenta seu projeto de perpetuação no poder, deve atentar para o exemplo da Venezuela. A primeira coisa a acontecer quando os investidores percebem o risco de insegurança jurídica e o recrudescimento das intervenções políticas na economia é a fuga do capital. Aí, fica somente o desemprego, o desabastecimento, a inflação e a fome. Ah, fica também o PT no poder, como até hoje ocorre com os irmãos Castro em uma Cuba arruinada!  

Mensagem de autoria desconhecida circulando na internet...


 
O texto a seguir foi recebido pela internet e, a despeito do assunto haver recebido alguma divulgação (obviamente não pela mídia comprometida com o processo gramscista de reconstrução da história e tomada do poder pelo comunismo), é muito interessante sua leitura em face do ponto de vista do autor. 

A OAB está infiltrada por comunistas. E já começam aparecer alguns membros do Poder Judiciário.
 
 
Vou relatar algo inacreditável ocorrido na data de 11/02/14 durante uma missão policial pelo NSD/RJ. 

Torna-se fundamental a análise dos fatos por todos nós. É singular o momento que vivemos na administração pública.
 
Fui designado com outros dois policiais para realizarmos a segurança física da Ministra Maria do Rosário, Secretaria dos Direitos Humanos. Em que pese o fato da pessoa da ministra ser de uma gentileza e educação muito pouco comuns nas esferas do Governo Federal (vide o temperamento irascível da atual mandatária da nação).
 
Ao chegar com a dignitária em uma solenidade pública na sede da OAB/RJ, fomos ao plenário onde seria realizado o o ato inaugural da desapropriação da denominada "Casa da Morte" situado no município de Petrópolis, estado Rio de Janeiro.Essa residência segundo relatos de presos políticos, serviu de base de operações para agentes do DOI-CODI durante os anos 70.
 
Não entrarei no mérito se ocorreram torturas ou não no local citado.
 
Após as apresentações de praxe, foram compor a mesa de debates a citada ministra, o ex-presidente da OAB-RJ Wadih Damous, o ex-frei Leonardo Boff, a ex-primeira dama Maria Thereza Goulart e o procurador geral do município de Petrópolis Marcus Vinicius de São Thiago.
 
Discursos inflamados com conotação ideológica não seriam surpreendentes, até pelo tema central do evento. Em seguida, foi anunciada a apresentação de um coral composto por adolescentes da cidade de Petrópolis. 
 
O maestro inicia com um discurso de exaltação ao guerrilheiro argentino Che Guevara e emenda com canções de cunho ideológico. Primeiro uma música lembrando a America Latina, os países libertos do "jugo imperialista" bem ao gosto dos presentes. 
 
A segunda música foi a interpretação de "Cálice" de autoria de Chico Buarque e Gilberto Gil. Aplausos. Ao término da segunda música, aconteceu o inacreditável. O maestro barbudo (quase um fundamentalista) pede a atenção de todos e brada em alto e bom som, com a sua voz grave, que a apresentação final seria especial. O momento mais esperado. E anuncia a INTERNACIONAL SOCIALISTA.
 
Surpreendido, fiquei em estado catatônico. Adolescentes da platéia e adultos levantam-se, erguem os punhos cerrados e bradam a plenos pulmões a ode à esquerda. Fiquei envergonhado.
 
Não foi entoado o HINO NACIONAL BRASILEIRO em um evento público, com autoridades representativas de segmentos diversos da sociedade, do judiciário e do executivo.
 
Por toda a sua história de luta em defesa das garantias constitucionais, a OAB não merecia ser palco de um evento direcionado para um setor sectário e que não me representa. Fico preocupado com os adolescentes envolvidos em uma atmosfera deturpada e com valores míopes. Finalizando o meu relato, o evento foi gravado por emissoras estatais e privadas. Se alguém possui dúvidas da veracidade dos fatos acima, solicitem o vídeo. É chocante!!

A Marcha pela Família com Deus, pelo Coronel José Gobbo Ferreira

    A Marcha pela Família com Deus

Cel José Gobbo Ferreira - Março de 2014

Por seu Presidente, a Chapa Monte-Castelo, candidata à Diretoria do Clube Militar, adere, empresta todo seu apoio e enfaticamente convida sua militância Republicana e todas as pessoas de bem deste país para as Marchas de 22 de março pelo Brasil. É grave, muito grave a situação pela qual passa nossa Pátria! A corja comunista que ocupa o poder está de há muito executando em nosso país a operação Gramcista de “transição para o socialismo” (diga-se: comunismo). Os meios de comunicação estão prostituídos pelas verbas publicitárias do governo. Big brothers e novelas degradantes ou ideologizadas mais a propaganda mentirosa e omissão criminosa, servem vergonhosamente aos propósitos dissolutivos bolivarianos. Autodenominados “intelectuais”, tolos e vaidosos, vendem barato a alma para serem considerados “avançados”, “liberais”, “modernos”, exemplos vivos de que títulos e diplomas por si só não trazem sabedoria. Professores iníquos corrompem a mocidade , instilando a doutrinação marxista e liberalidade sem freios na Universidade. Na Escola Fundamental, material didático e docentes despudorados procuram desviar nossas crianças das leis da natureza, erotizando-as precocemente, incutindo nelas absurdos como a bissexualidade e tentando extirpar delas escrúpulos atávicos do ser humano. Em todos os campos de atividade os traidores da Pátria envenenam os ambientes buscando destruir nossa individualidade, nossos valores religiosos, morais e cívicos, querendo substituir nosso jeito peculiar de viver, comum a todos nossos estratos sociais, pelo modo abúlico, massificado, robótico e sem alma do comunismo. Querem substituir Deus pelo partido e o auriverde Pendão da nossa terra, que a brisa do Brasil beija e balança, pela foice e o martelo. Substituir o hino que fala da terra mais garrida, onde os risonhos lindos campos tem mais flores, os bosques tem mais vida e nossa vida no seio dela mais amores, pela internacional socialista, como já o fez recentemente em uma cerimônia pública, a abominável Maria do Rosário, ministra deste governo imoral, em uma profissão de fé no comunismo que nos ameaça, e que ela peleja por implantar. Destruir nossa família, nossa liberdade, nossa história, nossa cultura, nossas tradições, nossa diversidade. Enfim, tudo aquilo que forjou a nacionalidade brasileira, e transformar esse tesouro inefável em uma massa informe, malcheirosa e sangrenta. Destruir nosso folclore, nossas lembranças das cantigas de roda e de ninar. Como pode o peixe vivo viver fora da água fria? Como poderei viver sem me recordar que cantava para minha filha dormir, que se a rua fosse minha, eu mandava ladrilhar de pedrinhas de brilhante para ela passar? E como esquecer da linda morena que está lá no Tororó? Onde mais poderiam bailar sacis, fadas, corujas e pirilampos, senão na noite de verão de nossa terra? E como o fariam, se não vivessem em liberdade? Proclamam até a morte de nosso Deus, que sempre acreditamos brasileiro, e que zela por nós sob as mais diversas denominações e predicados. O Tupan de nossos índios, o Jehovah dos herdeiros de Abraão, o Grande Arquiteto do Universo Maçom, a Inteligência Suprema dos Espíritas, a Santíssima Trindade Católica, um Orixá de nosso rico sincretismo religioso, o muito amado Senhor, dos Evangélicos, etc. São os muitos caminhos que levam à Casa do Pai, convicções religiosas pessoais que respeitamos como um exercício do livre arbítrio individual, manifestação máxima da liberdade que orna o ser humano, e que será esmagada se o comunismo chegar. Como tolerar que toda essa riquíssima consciência coletiva do povo brasileiro seja substituída pela frieza do pragmatismo materialista, pela lavagem cerebral, pelo condicionamento pavloviano, pela destruição das religiões, pelos antolhos no pensamento e pelas rédeas, rebenque e esporas de um partido único, dono da verdade, senhor da vida, da morte e dos Gulags? É isso que queremos para nossos filhos e netos? No futuro que os anticristos nos preparam, teríamos coragem de descrever para as crianças de então o Brasil risonho e franco de nossas infâncias? Suportaríamos a vergonha de confessar que vivemos anos dourados em nossa Pátria, mas que nada fizemos para defendê-la, a fim de legá-la íntegra para eles? E isso porque nos acovardamos frente ao patrulhamento ideológico que nos chamava de reacionários, caretas, burgueses, alienados, gorilas. Isso porque tivemos medo de lutar por nossos valores. Isso porque negamos o Cristo, não apenas três vezes como Pedro, mas sempre! Tendo instalado seu covil no Estado, essas serpentes malignas espalham sua peçonha, criam factoides, preparam dossiês e empregam largamente as armas da injuria, da perseguição e da mentira para nos infundir o temor ou a vergonha de reagir. Doravante, não temamos mais! Cumpramos nosso dever inalienável de marchar em defesa da Pátria e do Cristo. Relembro a todos o incentivo que para isso Ele nos deixou: Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus (Mt 5:11-12). Defendamos agora nossa Terra de Santa Cruz, e nossa recompensa começará ainda antes do reino dos céus: vencido o inimigo, a percepção do risco que havíamos corrido de perdê-la nos mostrará que nossa Pátria é, ela mesmo, um pedacinho de céu recortado sob medida para abrigar nossas almas latinas e nossos corações brasileiros. Todos na rua no 22 de março e, quem sabe, de volta no dia 31. Visite nosso site: www.monte-castelo.org

Carta aberta de Marco Antonio Esteves Balbi às Organizações Globo em face de artigo sobre os 40 anos da ponte Presidente Costa e Silva

Carta aberta aos jornalistas Chico Otávio e Bruno Góes
Cópia para a Editoria País e os Editores Executivos
Cópia para o Diretor de Redação e Editor Responsável
Cópia para o Diretor-Geral
Cópia, ainda, para os Irmãos Marinho
Ao jornal O Globo e às Organizações Globo
40 ANOS DA PONTE - O ANIVERSÁRIO DE UM MARCO DA ENGENHARIA
Prezados senhores! Tenho 65 anos de idade e desde que me entendo por gente aprendi a ler jornal. Frequentava a Biblioteca Municipal da minha cidade ou utilizava a sala dos grêmios estudantis para fazê-lo. Até que, muitos anos passados, pude manter uma assinatura regular.
Penso não ser muita pretensão de minha parte escrever-lhes esta carta aberta, com a finalidade de externar meu ponto de vista a respeito de assunto veiculado pelo jornal. Ao receber a edição do dia 9 de fevereiro, vi, logo destacada, a manchete 40 anos da Ponte, ilustrada por uma bela foto daquela que se tornou um símbolo mundialmente reconhecido do Rio de Janeiro e do Brasil.
Entretanto, ao ler o subtítulo e a legenda, confesso que um misto de decepção e porque não dizer, raiva começou a me assaltar. Utilizando-se dos chavões comuns das esquerdas derrotadas e que hoje posam como politicamente corretas, de acordo com a doutrina gramscista em plena aplicação na vida nacional, pareceu-me que, muito mais importante do que ressaltar a importância da obra realizada, a reportagem buscava contribuir para denegrir um período de 21 anos da história brasileira.
Entre os anos de 1964 e 1985 o Brasil passou, inicialmente, em março, prestes a celebrar 50 anos, por uma reação democrática exitosa que implantou um regime de exceção. Os termos que aqui utilizo, e já o faço a algum tempo, em substituição aos termos revolução cívico-militar ou contragolpe, ditadura militar, regime militar ou linha dura ou qualquer outro, eu os apreendi com o ilustre jurista constitucionalista Dr Ives Gandra da Silva Martins. Sugiro que o entreviste, quando então ele poderá lhes explicar, à luz da jurisprudência e da história, da qual foi partícipe, o porque da utilização desta terminologia. Reação democrática de março de 1964, que defenestrou o desgoverno Jango e regime de exceção.
O Brasil de Vargas, o Brasil de JK e o Brasil do regime de exceção teve planos, teve metas. SALTE, Plano de Metas e Plano Nacional de Desenvolvimento foram os seus nomes. Cada um dos governos aqui citados procurou cumpri-los da melhor maneira possível. Todos eles tiveram como foco principal estabelecer e melhorar a deficiente infraestrutura do país.
Castelo Branco, ao assumir o governo, reuniu uma equipe de pessoas com destaque na vida nacional para colocar ordem à casa Brasil, deixada à matroca pelo desgoverno Jango. Para não cansar citaria os nomes de Otávio Bulhões, Roberto Campos, Leitão da Cunha, Arnaldo Sussekind, Pedro Aleixo, Juarez Távora, Juracy Magalhães entre outros. Cumprido o desiderato e eleito seu sucessor, coube a este, Marechal Costa e Silva, elaborar um Plano Estratégico de Desenvolvimento que antecedeu os Planos Nacionais de Desenvolvimento.
Graças a este planejamento, elaborado e cumprido na medida do possível pelos sucessivos presidentes do regime de exceção, é possível o Brasil de hoje usufruir um grande legado, para usar uma palavra da moda, em todos os campos, inclusive o social. Querem um exemplo? O Funrural! Querem outro? O Estatuto da Terra! Poderia citar inúmeros, mas os senhores podem pesquisar, se assim o desejarem. É neste contexto que se insere a construção da "ponte da ditadura"! Ou, a construção de um marco da engenharia! Dentro do planejamento viário realizado, com o Brasil sendo cortado em grandes rodovias longitudinais, transversais e radiais, sucessivamente numeradas, uma das mais importantes era justamente a rodovia 101 que corre paralela ao nosso litoral, desde Chuí até Touros. Desta ligação faz parte a ponte ligando o Rio de Janeiro e Niterói.
Faço uma pausa para abordar o trabalho do Ministério Público Federal e a chamada justiça ou direito de transição. Trata-se de um grupo de procuradores que busca um holofote politicamente correto, onde quer que ele se encontre. Seu alvo principal tem sido atazanar a vida de agentes do estado que lutaram a guerra interna de 1968 a 1974. E venceram, derrotaram aqueles que pretendiam implantar a ditadura do proletariado. Ditadura sim, Cuba sempre lhes serviu de modelo para o regime que queriam viver no Brasil e o que acontece desde 1959 na ilha dos Castro não permite a ninguém se enganar. O Globo aqui seria transformado no Granma. Eis que agora surge um novo alvo. Viram que foram bem sucedidas algumas substituições em escolas de nomes de presidentes durante o regime de exceção. E, pegando carona na onda, associada ao fato de celebrar os 40 anos da ponte e os 50 anos da reação democrática de março, ajuizaram a ação para a mudança do nome. Diga-se de passagem, até hoje juiz algum permitiu que estas ações impetradas prosperassem.
Fico pasmo ao ler as ilações da matéria, 40 anos de uma marco da engenharia, com a Comissão da Verdade, com o desaparecimento e morte de pessoas nos anos mais sangrentos, número absolutamente inventado, com suspeitas de superfaturamento, ouvindo um permanente consultor do jornal, Carlos Fico. Toda e qualquer matéria do jornal apresenta a opinião deste professor de história. E as opiniões dele sempre vem a calhar com a abordagem dos articulistas e a pauta traçada: critique os governos do regime de exceção.
Menos mal que permitiram ao neto do Coronel Andreazza apresentar uma defesa, inimaginável, pela obra do seu avô. Como alguém já citou, "no Brasil até o passado é incerto".
Toda e qualquer evolução tecnológica provoca avanços. Trata-se de uma falácia afirmar que a Revolução Industrial ou o aperfeiçoamento do agronegócio trouxe desemprego. Num primeiro momento sim, mas imediatamente após são criados mais e melhores oportunidades de trabalho. Assim, soa quase ridículo citar a perda de emprego dos marítimos pela desativação das sete embarcações que faziam a travessia. Com certeza logo obtiveram melhores empregos. Como já afirmou Luis Inácio, foi a melhor época de emprego no país, a gente saía de uma fábrica e já estava empregado em outra, com melhor salário. Mas, por favor, falar em milagre econômico soa como autoelogio, não é verdade?
Feita a licitação, venceu o consórcio que ofereceu o menor preço no menor prazo. Como a obra não deslanchava, o governo fatiou o projeto entregando parte ao consórcio segundo colocado. Não houve entendimento, quando então o governo desapropriou e encampou a obra, através de uma empresa pública que cumpriu a meta. A reportagem chama este episódio de golpe da linha dura. Mal comparando, corresponderia nos dias atuais o governo encampar a obra paralisada da transposição do Rio Francisco. Alguém no governo federal se habilita? Além de assumir a obra, o próprio ministro e o seu lugar tenente, Coronel Guedes e suas famílias foram morar no canteiro de obras. Vocês imaginam algum ministro atual indo residir no canteiro de alguma obra Brasil afora? As autoridades, nos dias atuais, mal dão um rolezinho de helicóptero, com o fotógrafo oficial a bordo, para ficar bem com os eleitores. Quando muito fazem um rápido pouso em local previamente escolhido, para fazer uma série de promessas, verbas, casas, prevenção para o próximo desastre, que nunca são cumpridas.
O Coronel João Carlos Guedes passa a ser estereotipado como aquele sargentão de filme americano. Por impor disciplina, metas, cumprimento de cronograma e outras coisas fundamentais para o sucesso de qualquer empreitada, ou será que nas Organizações Globo as coisas não funcionam assim, é citado como durão, de mal bofes e conservador. Céus, quantos defeitos! Conservador é citado como defeito ou virtude? Para gerir uma obra que contava com dez mil trabalhadores e 200 engenheiros, apoiados numa cidade para tal erigida, mais uma série de desafios tecnológicos para a época, a figura do coronel pareceu-me fundamental. E, os engenheiros que com ele trabalharam fazem justiça a sua figura. "Se fosse hoje, a obra seria impossível. Havia hierarquia, mas tínhamos liberdade para trabalhar."
A pretensa influência militar no projeto chega a ser risível. Se havia a necessidade de que a altura do vão fosse de 72 metros por exigência da Aeronáutica e para a Marinha 60 metros seriam suficientes, lógico que se atendeu à FAB. Qual a disputa? E o abrigo de 100 a 200 mil pessoas, em caso de catástrofe, nos caixões metálicos do vão central, deve ser atribuído a algum cineasta criativo!
Outra abordagem facciosa da reportagem diz respeito ao número de mortos em acidentes de trabalho. Ao relatar que o número oficial é o de 33 mortos, faz ilações com um suposto número de 400 e o que é pior, enterrados, concretados nos pilares, fato sobejamente desmentido. Os repórteres só conseguiram levantar 18 mortos, ou seja, nem encontraram o número oficial atribuído. Ressalte-se que as exigências de prevenção de acidentes de trabalho na época não eram as hoje estabelecidas.
TERCEIRA MAIOR PONTE DO PLANETA QUANDO INAUGURADA, com quase 14 quilômetros, a Rio-Niterói enfrentou DESAFIOS DE ENGENHARIA, o maior deles, ASSEGURAR 300 METROS DE CANAL NAVEGÁVEL NO VÃO CENTRAL (canal principal). Esta frase, senhores, deveria ganhar destaque na reportagem e não estar escondida na quarta página. Acrescentando- se que, o pessoal responsável pela manutenção da mesma assegura que o vão chega aos 40 anos sólido e seguro. O Engenhão, por exemplo, lhes traz alguma ideia de comparação? E mais, planejada para uma capacidade máxima de 50 mil carros, mercê de adaptações suporta hoje 150 mil veículos. E a gestão de 10 mil trabalhadores na cidade do Fundão erigida com esta finalidade. Este foi o desafio vencido por brasileiros, militares e civis, não para enaltecer este ou aquele governante, governo ou regime, mas porque era fundamental para o Brasil. Cumpriram a missão! Empregaram bem os recursos que a nação lhes havia destinado, mercê dos seus impostos! E hoje? Onde e como estão sendo aplicados ? Estão beneficiando quem? Cadê a transposição do Rio São Francisco? Cadê a Ferrovia Norte-Sul? Cadê os portos e aeroportos? Cadê as rodovias?
Ao abordar as história das vidas de pessoas que, de uma forma ou de outra, marcaram a trajetória em função da Ponte, mais uma vez faz questão de destacar que ela é uma obra da ditadura. Felizmente a família do engenheiro morto no que foi o primeiro e talvez mais trágico acidente, quando faleceram 8 trabalhadores, recebeu as indenizações que lhe eram devidas, mesmo que 20 anos depois. 120 vítimas dos terroristas, bandidos, sequestradores que desencadearam a guerra interna de 1968 a 1974 nunca receberam indenização alguma.
Para concluir, na edição do dia 11 de fevereiro, a matéria apresenta a nota informativa do Ministério Público Federal sobre a mudança do nome da Ponte Rio-Niterói e traz artigo de autoria de Carlos Andreazza, neto do Ministro Mário Andreazza, que serviu aos governos Costa e Silva, que não viu a obra concluída, e Médici. Ressalto o seguinte trecho: "a esses revisores da história - tapados pela mistificação, obstruídos pela doutrina do justiçamento da memória, cegos aos fatos - não ocorre examinar, portanto, que sem este homem, sem Artur da Costa e Silva, não haveria ponte, tão simples quanto isso...". E ele relembra ainda que o maior ditador que o Brasil já teve, o mais longevo, "cruel, vil, perseguidor, golpista, torturador, no entanto nomeia de goleiro a fundação." E eu ousaria acrescentar escolas, vias, hospitais e até cidades. Espero, pois, que o MPF inicie, desde já, os processos para abjurar o nome de Getúlio Vargas, o "pai dos pobres"! Vai ser trabalhoso!
Finalmente, na época oportuna já havia me manifestado com surpresa e indignação, quando as Organizações Globo decidiram fazer um mea culpa e abjurar o apoio dado à reação democrática de março de 1964 e ao regime de exceção que se seguiu. Os editoriais históricos de 1964 e 1984, quando a reação democrática completou 20 anos, entretanto, manterão imaculada a imagem de Roberto Marinho. Democrata convicto, por certo não aprovaria a decisão tomada por seus sucessores, decisão esta que explica em parte a linha editorial tomada por seus diferentes veículos, da qual a reportagem veiculada sobre a Ponte Presidente Costa e Silva me parece servir como exemplo. Marco da Engenharia completa 40 anos.
Marco Antonio Esteves Balbi