A maioria dos brasileiros não assistiu aos fatos
e, infelizmente, o pouco que conhecem a respeito foi manipulado
pela propaganda político-ideológica nada desinteressada da esquerda. É importante que
sejam convidados a tomar conhecimento das manchetes abaixo - no mínimo para que
sua curiosidade seja despertada. Há, ainda, farto material de pesquisa - em que
pese a grande atuação da intelligentsia claramente perceptível quando de
visitas a páginas, como por exemplo, da "Wikipédia" -
sempre alvo da atuação de tal grupo.
Ao apresentarem o assunto a filhos, netos,
sobrinhos ou amigos, não deixem de comentar que, à época dos fatos,
ou seja, até os primeiros dias de abril de 1964, não havia qualquer censura à
imprensa e as manifestações apresentadas eram totalmente livres. Importante
também destacar que, apesar disso, não houve um único jornal
importante a protestar ou defender os comunistas... Ou a afirmar que, na
verdade, não estavam os militares a defender o Brasil, em nome da maioria
esmagadora da sociedade, da iminente implantação de uma ditadura
financiada por Cuba, URSS, China e Albânia...
Sugiro, com empenho, pesquisar e divulgar os
trechos disponíveis do discurso do governador Carlos Lacerda que, a partir do
palácio de governo, chamava os militares e a população a reagir contra a ameaça
comunista. Junto com os trechos do discurso, estão disponíveis inúmeras
fotografias de voluntários cariocas - quase todos civis - armados e se juntando
em torno do palácio, nas praças e ruas da cidade para combater o inimigo
vermelho. Há também fotos das tropas militares que, atendendo ao apelo da sociedade, acorreram ao palácio e tomaram conta do centro da cidade, sob os aplausos
do povo! Está tudo aí disponível, na internet, pelo menos enquanto o marco regulatório não é
aprovado! Basta pesquisar no "google". E, hoje, o jornal
"O Globo" diz que se equivocou... É uma vergonha para com a memória de
seu fundador e uma prova de falta de respeito e escrúpulos de parte de seus
filhos - hoje vendidos aos comunistas no poder. No mínimo pessoas ingênuas que imaginam poder sobreviver à virada de mesa defendida pelo foro de São Paulo.
Finalmente, sempre será interessante lembrar
sobre o fato de que, fossem os militares daqui como os comunistas que tomaram o
poder na Rússia, na China, no Camboja, no Vietnã ou em Cuba, os atuais ilustres
governantes - todos derrotados àquela época - teriam sido torturados e mortos,
de verdade! Ou alguém conhece a história de, pelo menos um, dissidente da
revolução bolchevique que tenha sobrevivido? E quanto aos inimigos de Fidel
Castro e che guevara, sobrou alguém??? Na China, Vietnã e Camboja a eliminação
sistemática de opositores foi, igualmente imensa, e se o próprio Kruschev
atribuiu a Stalin mais de 30 milhões de assassinatos, imaginem o que aconteceu
naqueles países. Segundo dados divulgados, no Camboja, o genocídio comunista
teria atingido a 25% da população...
Pois é... Ainda bem que nossos artistas defendem
o PT e a liberdade... Pena que não estivessem num desses países naqueles
tempos!
Leiam e tirem suas
próprias conclusões.
As manchetes do Contra - Golpe de 1964 - onde a verdade é clara.
VAMOS FAZER ESTA
MENSAGEM CIRCULAR, CIRCULAR, CIRCULAR, ATINGINDO AO MAIOR NÚMERO POSSÍVEL DE
BRASILEIROS.
MÃO IMPORTA QUE ALGUM
PTRALHA ESTEJA ESPIONANDO ESPIONANDO... COM A MULTIPLICAÇÃO DO TEXTO, NO
MÁXIMO, ELE PODERÁ TER UM ATAQUE E MORRER DE RAIVA - ABRAÇADO AOS HERDEIROS DAS ORGANIZAÇÕES
"GLOBO"
NEM TUDO ESTÁ PERDIDO...
Para refrescar a memória.
Depois
da revelação de que o governo norte-americano patrocinou, com armas e dólares,
a implantação da ditadura de 1964, um pesquisador se deu ao trabalho de coletar
e divulgar na internet uma lista das manchetes e editoriais dos principais
jornais brasileiros a partir de 1º de abril de 1964. Confira:
De
Norte a Sul vivas ao golpe (contra-golpe)
“Desde
ontem se instalou no País a verdadeira legalidade [...] Legalidade que o
caudilho não quis preservar, violando-a no que de mais fundamental ela tem: a
disciplina e a hierarquia militares. A legalidade está conosco e não com o
caudilho aliado dos comunistas.”
Editorial do Jornal do Brasil – Rio de Janeiro – 1º de abril de
1964
“Multidões
em júbilo na Praça da Liberdade. Ovacionados o governador do estado e chefes
militares. O ponto culminante das comemorações que ontem fizeram em Belo
Horizonte, pela vitória do movimento pela paz e pela democracia foi, sem
dúvida, a concentração popular defronte ao Palácio da Liberdade. Toda área
localizada em frente à sede do governo mineiro foi totalmente tomada por enorme
multidão, que ali acorreu para festejar o êxito da campanha deflagrada em Minas
[...], formando uma das maiores massas humanas já vistas na cidade.”
O Estado de Minas – Belo Horizonte – 2 de abril de 1964
Os
bravos militares
“Salvos
da comunização que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos
bravos militares que os protegeram de seus inimigos [...] Este não foi um
movimento partidário. Dele participaram todos os setores conscientes da vida
política brasileira, pois a ninguém escapava o significado das manobras
presidenciais.”
O Globo – Rio de Janeiro – 2 de abril de 1964
(O que não fazem os filhos com a memória de um
pai??? Creio que, um dia, alguém irá escrever um livro sobre essa relação
famíliar e sobre aspectos sombrios que possam a ter levado à tamanha afronta à
figura paterna)
Carnaval
nas ruas
“A
população de Copacabana saiu às ruas, em verdadeiro carnaval, saudando as
tropas do Exército. Chuvas de papéis picados caíam das janelas dos edifícios
enquanto o povo dava vazão, nas ruas, ao seu contentamento.”
O Dia – Rio de Janeiro – 2 de abril de 1964
Escorraçado
“Escorraçado,
amordaçado e acovardado, deixou o poder como imperativo de legítima vontade
popular o senhor João Belchior Marques Goulart, infame líder dos
comuno-carreiristas-negocistas-sindicalistas. Um dos maiores gatunos que a
história brasileira já registrou, o senhor João Goulart passa outra vez à
história, agora também como um dos grandes covardes que ela já conheceu.”
Tribuna da Imprensa – Rio de Janeiro – 2 de abril de 1964
A
paz alcançada
“A
vitória da causa democrática abre o País a perspectiva de trabalhar em paz e de
vencer as graves dificuldades atuais. Não se pode, evidentemente, aceitar que
essa perspectiva seja toldada, que os ânimos sejam postos a fogo. Assim o
querem as Forças Armadas, assim o quer o povo brasileiro e assim deverá ser,
pelo bem do Brasil.”
Editorial de O Povo – Fortaleza – 3 de abril de 1964
Ressurge
a Democracia!
“Vive
a Nação dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas,
independentemente das vinculações políticas simpáticas ou opinião sobre
problemas isolados, para salvar o que é de essencial: a democracia, a lei e a
ordem. Graças à decisão e ao heroísmo das Forças Armadas que, obedientes a seus
chefes, demonstraram a falta de visão dos que tentavam destruir a hierarquia e
a disciplina, o Brasil livrou-se do governo irresponsável, que insistia em
arrastá-lo para rumos contrários à sua vocação e tradições [...]. Como dizíamos,
no editorial de anteontem, a legalidade não poderia ter a garantia da
subversão, a âncora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da
legalidade não seria legítimo admitir o assassínio das instituições, como se
vinha fazendo, diante da Nação horrorizada.”
O Globo – Rio de Janeiro – 4 de abril de 1964
“Milhares
de pessoas compareceram, ontem, às solenidades que marcaram a posse do marechal
Humberto Castelo Branco na Presidência da República [...]. O ato de posse do
presidente Castelo Branco revestiu-se do mais alto sentido democrático, tal o
apoio que obteve.”
Correio Braziliense – Brasília – 16 de abril de 1964
“Vibrante
manifestação sem precedentes na história de Santa Maria para homenagear as
Forças Armadas. Cerca de 50 pessoas na Marcha Cívica do Agradecimento.”
A Razão – Santa Maria – Rio Grande do Sul – 17 de abril de 1964
“Vive
o País, há nove anos, um desses períodos férteis em programas e inspirações,
graças à transposição do desejo para a vontade de crescer e afirmar-se. [...]
Negue-se tudo a essa revolução brasileira, menos que ela não moveu o País, com
o apoio de todas as classes representativas, numa direção que já a destaca
entre as nações com parcela maior de responsabilidades.”
Jornal do Brasil – Rio de Janeiro – 31 de março de 1973
“Sabíamos
todos que estávamos na lista negra dos apátridas – que se eles consumassem os
seus planos, seriamos mortos. Sobre os democratas brasileiros não pairava a
mais leve esperança, se vencidos. Uma razzia de sangue vermelha como eles,
atravessaria o Brasil de ponta a ponta, liquidando os últimos soldados da
democracia, os últimos paisanos da liberdade”
O Cruzeiro Extra – 10 de abril de 1964 – Edição Histórica da
Revolução – “Saber ganhar” – David Nasser
“Golpe?
É crime só punível pela deposição pura e simples do Presidente. Atentar contra
a Federação é crime de lesa-pátria. Aqui acusamos o senhor João Goulart de
crime de lesa-pátria. Jogou-nos na luta fratricida, desordem social e corrupção
generalizada”.
Jornal do Brasil – Rio de Janeiro – 1º de abril de 1964
“Participamos
da Revolução de 1964 identificados com os anseios nacionais de preservação das
instituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, greves,
desordem social e corrupção generalizada”. Editorial do jornalista Roberto
Marinho, publicado no jornal.”
O Globo – Rio de Janeiro – 7 de outubro de 1984, sob o título:
“Julgamento da Revolução”
“[...]
cuja subversão além de bloquear os dispositivos de segurança de todo o
hemisfério, lançaria nas garras do totalitarismo vermelho, a maior população
latina do mundo [...]”
Folha da Tarde – São Paulo – 31 de março de 1964 – Do editorial: A
grande ameaça
“O Brasil já sofreu demasiado com o governo atual. Agora, basta!”
Correio da Manhã – São Paulo – 31 de março de 1964 – Do editorial:
Basta!
“Quem
quisesse preparar um Brasil nitidamente comunista não agiria de maneira tão
fulminante quanto a do senhor João Goulart a partir do comício de 13 de março
[...]”
Jornal do Brasil – Rio de Janeiro – 31 de março de 1964
“Só há uma coisa a dizer ao senhor João Goulart: Saia!”
Correio da Manhã – São Paulo – 1º de abril de 1964 – Do editorial:
Fora!
“Minas
desta vez está conosco [...] dentro de poucas horas, essas forças não serão
mais do que uma parcela mínima da incontável legião de brasileiros que anseiam
por demonstrar definitivamente ao caudilho que a nação jamais se vergará às
suas imposições.”
O Estado de S.Paulo – São Paulo – 1º de abril de 1964, sob o
título “São Paulo repete 32”
“[...]
atendendo aos anseios nacionais de paz, tranquilidade e progresso… As Forças
Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Nação na integridade de seus
direitos, livrando-a do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que
haviam envolvido o Executivo Federal.”
O Globo – Rio de Janeiro – 2 de abril de 1964, sob o título “Fugiu
Goulart e a democracia está sendo restaurada”
“Lacerda anuncia volta do país à democracia.”
Correio da Manhã – São Paulo – 2 de abril de 1964
“A
Revolução democrática antecedeu em um mês a revolução comunista.”
O Globo – Rio de Janeiro – 5 de abril de 1964
“Feliz
a nação que pode contar com corporações militares de tão altos índices cívicos.
Os militares não deverão ensarilhar suas armas antes que emudeçam as vozes da
corrupção e da traição à pátria.”
O Estado de Minas – Minas Gerais – 5 de abril de 1964
“Pontes
de Miranda diz que Forças Armadas violaram a Constituição para poder salvá-la!”
Jornal do Brasil – Rio de Janeiro – 6 de abril de 1964
“Congresso concorda em aprovar Ato Institucional”.
Jornal do Brasil – Rio de Janeiro – 9 de abril de 1964
“Partidos
asseguram a eleição do general Castelo Branco”.
Jornal do Brasil – Rio de Janeiro – 10 de abril de 1964
“Rio
festeja a posse de Castelo”.
Jornal do Brasil – Rio de Janeiro – 16 de abril de 1964
“Castelo
garante o funcionamento da Justiça.”
Jornal do Brasil – Rio de Janeiro – 18 de abril de 1964
“Castelo
diminui nível de aumento aos militares”. Corte propõe aumento aos militares com
50% menos do que tabela anterior”.
Jornal do Brasil – Rio de Janeiro – 21 de abril de 1964
“[...]
Sem o povo não haveria revolução, mas apenas um “pronunciamento” ou “golpe” com
o qual não estaríamos solidários. [...] nos meses dramáticos de 1968 em que a
intensificação dos atos de terrorismo provocou a implantação do AI-5. [...] na
expansão econômica de 1969 a 1972, quando o produto nacional bruto cresceu à
taxa média anual de 10% [...] naquele primeiro decênio revolucionário, a
inflação decrescerá de 96% para 12% ao ano, elevando-se as exportações anuais
de 1 bilhão e 300 mil dólares para mais de 12 bilhões de dólares. [...]
elevando a produção de petróleo de 175 mil para 500 mil barris diários e a de
álcool de 680 milhões para 8 bilhões de litros, e simultaneamente aumentar a
fabricação industrial em 85%, expandir a área plantada para produção de
alimentos com 90 milhões de hectares a mais, criar 13 milhões de novos
empregos, assegurar a presença de mais de 10 milhões de estudantes nos bancos
escolares, ampliar a população economicamente ativa de 25 milhões para 45
milhões elevando as exportações anuais de 12 bilhões para 22 bilhões de
dólares. [...] há que se reconhecer um avanço impressionante: em 1964 éramos a
quadragésima nona economia mundial, com uma população de 80 milhões de pessoas
e renda per capita de 900 dólares; somos hoje a oitava, com uma população de
130 milhões de pessoas, e uma renda média per capita de 2500 dólares. [...] Não
há memória de que haja ocorrido aqui, ou em qualquer outro país, que um regime
de força consolidado há mais de dez anos, se tenha utilizado do seu próprio
arbítrio para se auto limitar, extinguindo-se os poderes de exceção, anistiando
adversários, ensejando novos quadros partidários, em plena liberdade de
imprensa. É esse, indubitavelmente, o maior feito da Revolução de 1964”.
O Globo – Rio de Janeiro – 7 de outubro de 1984 – Do editorial:
Julgamento da Revolução