Pontos de vista sobre a Política e sobre o papel de cada um em face de seu exercício. Particularmente, este espaço buscará abordar a percepção do autor sobre o papel dos militares e de segmentos liberais ante as ameaças de totalitarismo socialista em curso no Brasil.

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Mais um remédio com a burrice e a ignorância... Use à vontade...http://lucianoayan.com/

http://lucianoayan.com/2014/01/26/doutrinacao-escolar-marxista-usando-dinheiro-publico-para-o-financiamento-de-campanha-de-odio-contra-militares/


Doutrinação escolar marxista: usando dinheiro público para o financiamento de campanha de ódio contra militares
doutrinacao

Esquerdistas sempre dizem que, ao denunciarmos a doutrinação escolar marxista em salas de aula, estamos sendo “exagerados”. Alguns dizem que não existe essa doutrinação. A coisa se torna constrangedora para eles quando encontrarmos peças de propaganda, baseadas em violência psicológica absurda, financiadas com o dinheiro público. O que os esquerdistas farão contra isso? Vão dizer que não existiu?
Vejamos o que nos mostra o site Um dia Ainda viro Cartunista, que pertence a alguém de extrema-esquerda, e que pede clamorosamente para que o conteúdo do qual vou tratar aqui seja usado para lavagem cerebral de alunos em sala de aula. Leia a mensagem lançada na época das manifestações de Junho do ano passado:
Devido aos últimos acontecimentos e manifestações no Brasil de junho de 2013, resolvemos distribuir para download e visualização digital completa a publicação“Brasil: ditadura militar – um livro para os que nasceram bem depois…”, da qual sou ilustradora, escrito por Joana D’Arc Ferraz e Elaine Bortone, pesquisadoras da memória da ditadura e integrantes do Grupo “Tortura Nunca Mais” do Rio de Janeiro. Acreditamos que ele pode ser uma ótima ferramenta para trabalhos de educação popular sobre a nossa história, que não podemos esquecer!!! POR FAVOR DIVULGUEM, o livro é didático e de simples entendimento (ele é infanto juvenil). Estamos em um momento que conhecer a história da ditadura sob uma ótica militante é importantíssimo! Vale lembrar que esse livrinho é fruto de um trabalho árduo de pesquisa e dedicação, ou seja, disponibilizamos na internet para ampliar seu acesso, mas se quiserem nos ajudar comprando um exemplar original escrevam para brasilditaduramilitar@gmail.com.
Note que não dá mais para esquerdistas negarem o fato de que produzem material para doutrinação em sala de aula. Material este que, mesmo recheado de mentiras e propagandas desonestas, é apontado como “a verdade dos fatos”. Eles não apenas reconhecem que usam este material em sala de aula como também pedem “ajuda na divulgação” do material, para que mais professores utilizem o conteúdo em salas de aula.
Vamos avaliar algumas imagens deste caderno ilustrado:
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Este tipo de imagem é bastante reveladora, e explica o motivo pelo qual os esquerdistas não se sentem obrigados a cumprir a lei. No desenho de abertura (que apenas expande o desenho já utilizado na capa), o confronto com a polícia é considerado legítimo.
Muitos esquerdistas dirão: “mas a polícia também é violenta”. Ao conter manifestações, que em muitos casos fecham vias públicas (prejudicando outros cidadãos), é obrigação da polícia desobstruir essas vias. E nenhum regime é burro de atacar manifestações pacíficas. Fica claro que, enquanto fazem manifestações, esquerdistas entendem que não precisam seguir as leis, e o ato de quebrar as leis (inclusive jogando bolas de gude para derrubar os cavalos da polícia) é “heróico”. É isso que está sendo ensinado às crianças! E tudo financiado com dinheiro público (FAPERJ), o que aumenta a amoralidade de toda a situação…
Esse tipo de propaganda explica por que muitos usuários de crack se sentiram autorizados a proteger traficantes da ação policial. Eles se sentem em pé de igualdade com as autoridades policiais. Mais ainda, sentem-se em um nível moral superior. Será que esta é uma ética produtiva para a nossa sociedade? Claro que não…
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O discursinho acima é o bate-estaca de sempre. Mesmo que os terroristas fossem adeptos do marxismo (cuja aplicação sempre resultou em miséria para todos, com a concentração do poder na mão de uma elite que controla o estado), eles dizem que “um país sem desigualdade”. Essa propaganda principal do esquerdismo, mais falsa que o sorriso da Val Marchiori, não deve enganar a qualquer leitor deste blog,
Como sempre, também temos a mentira padrão de dizer que os Estados Unidos patrocinaram o regime militar brasileiro. O problema é que Ladislav Bittman já confessou o truque tempos depois: a ideia de que a CIA aliou-se ao governo brasileiro não foi nada além de uma propaganda inventada por marxistas, assim como eles faziam propagandas dizendo que os americanos jogavam besouros de batata nas fazendas russas.
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Desculpem aí, mas essa não dá…
Conheço pessoas que foram exiladas no regime militar, e nenhuma delas teve que proteger sua família dos militares. Há outras imagens no caderno vendendo a ideia de que o governo militar “perseguia esposas e filhos” dos terroristas presos, mas isso não passa de ficção. Mas se eles possuem evidências do que alegam, que tragam as provas…
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Que ato falho esse hein!
Eles simplesmente confessam que os tais “movimentos revolucionários” que apoiam são inerentemente genocidas, verdadeiras máquinas de extermínio, como as “revoluções” de Cuba, China e Rússia. Quer dizer, sem querer, confessaram que os sistemas que eles apoiavam eram focados no extermínio de pessoas. Claro que na hora da doutrinação das crianças, vão omitir essa parte. Citarão os 400 terroristas mortos no regime militar, mas ignorarão os mais de 100 milhões de vítimas civis que eles já causaram. (E eles continuam apoiando esses massacres até hoje!)
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A imagem acima é um exemplo de como os marxistas destroem a capacidade de raciocínio de seus doutrinados. Pela imagem, temos o seguinte frame: coibir manifestações populares é anti-ético. Mas o governo petista promete coibir manifestações contra a Copa. Basicamente, eu acho que vandalismo, tanto na época da Copa, como na época do regime militar, devem ser coibidos. Não faz sentido fazer quebra-quebra para reclamar do preço das refeições na USP, por exemplo. Mas como eles defendem um, mas criticam outro, fazem com que seus doutrinados percam a capacidade de raciocinar por meio da lógica. O raciocínio é apenas por imagens que impactaram o seu cérebro. Logo, para essas vítimas de doutrinação, a proibição de manifestações violentas na USP é abominável (pois ele está impressionado por imagens que o ensinaram a achá-la abominável), e a proibição de manifestações na Copa é lícita (pois ele está apegado emocionalmente ao governo que faz isso). Desse jeito, não há como fazê-los pensar logicamente mesmo. A mente do aluno doutrinado se transforma em um “bolo” confuso de percepções, nenhuma delas justificada racionalmente.
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Só faltou eles explicarem que toda a propaganda do governo brasileiro atual sobre seu novo “milagre econômico” vai pelo mesmo caminho, sempre fazendo uso da contabilidade criativa para omitir seus resultados pífios. E o apego à Copa do Mundo voltou novamente. E não é que esse livinho aí é bom? Se o desconstruirmos adequadamente, podemos ver que há confissões fortíssimas dos marxistas, agora mostrando que o comportamento deles é similar ao dos militares no poder. Exagerei, reconheço. Até por que a história mostra que quando marxistas conseguem implementar uma ditadura, suas vítimas vão para a casa dos milhões…
Detalhe: o livrinho é útil quando avaliado pela perspectiva da investigação de fraudes intelectuais. Já os alunos do ensino fundamental geralmente são vítimas indefesas, pois não tem a estrutura intelectual para encontrar o amontoado absurdo de fraudes lá contidas.
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Aqui é a justificação apriorística de crimes, técnica na qual a esquerda se especializou. Usando eufemismos como “expropriação” para rotular seus assaltos a bancos, eles novamente mostram que estão comprometidos com o enlouquecimento de crianças. Para existir uma expropriação, é preciso de um procedimento legal, que inclui indenização. Um assalto a banco jamais é uma expropriação.
Note a gravidade do que estamos falando: eles estão simplesmente ensinando às crianças que assalto é uma expropriação, e, portanto, justificada. Também estão defendendo o uso de sequestros, sempre que se consiga um discurso para adornar o ato. Os efeitos deste tipo de doutrinação são geralmente devastadores…
Aliás, a violência armada, inclusive no campo, ocorria bem antes da implementação do regime militar. Fato também omitido pelo livrinho…
dout08
Faltou aqui mostrar que terroristas passaram a receber polpudas indenizações do governo, enquanto os militares não tiveram nenhuma forma de indenização. Ou seja, em um conflito, só pessoas de um dos lados podem ser julgadas, configurando a absoluta falta de ética dos terroristas que defendiam a implementação do marxismo no Brasil.
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Aha, como não poderia deixar de ser, a agenda. O objetivo principal de todo esse trabalho (além de fazer propaganda marxista) é dizer que a Comissão da Verdade é legítima, e, por isso, Dilma Rousseff merece parabéns por sua implementação.
Mas qualquer um que não tenha sofrido doutrinação com este tipo de material, sabe que não faz sentido apurar abusos apenas de um lado. Se é para levantar os fatos, queremos saber quem financiava os terroristas, quais as alianças, de onde vinha o dinheiro, e que tipo de crimes eles cometeram também.
O próprio caderninho já mostra indícios de que eles apoiavam governos genocidas, e recebiam verbas de países, digamos, não muito apegados à ética. Mas, a partir do momento em que esse lado está imune à investigação, a Comissão da Verdade perde todo seu sentido.
dout10
Por fim, a conclusão do livrinho é básica: eles estão sendo conclamados a ridicularizar publicamente os militares daquela época. Logo, nos autorizam moralmente a ridicularizá-los pelo apoio e promoção a governos genocidas, assim como uma série de atrocidades morais, especialmente o uso de violência psicológica em salas de aula (hoje em dia) para criar uma legião de zumbis, incapazes de raciocinar sobre os fatos.
É imperativo partirmos para o escracho público deste tipo de baixeza cometida pela extrema-esquerda. O que eles fazem com as crianças em sala de aula está no mesmo nível do abuso sexual. Esta é a mensagem que devemos propagar: nós não pagamos impostos para ver o dinheiro ser usado em terrorismo psicológico praticado contra as crianças que frequentam essas aulas.
Este post trouxe evidências fortíssimas do que eles estão fazendo em salas de aula, com base em dinheiro público (para aumentar a afronta). Minha questão: vocês vão engolir isso?

O paradoxo da democracia e seu aproveitamento pelo gramscismo

"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas."
(Winston Churchill)

Infelizmente, graças ao pensamento gramscista, o comunismo ameaça outra vez o Brasil. É que as velhas teses marxista-leninistas que entendiam a revolução e a luta de classes mediante a violência, a luta armada, foram inteligente e maliciosamente substituídas pela estratégia elaborada por Gramsci - que defende a implantação do comunismo mediante o uso dos instrumentos disponibilizados pelos próprios regimes democráticos.

Gramsci, como ninguém, soube dar novos nomes, fáceis de serem assimilados, a conceitos antigos e antes capazes de assustar à classe média e àqueles que somente pretendem, ingenuamente, a aplicação de conceitos religiosos ou filosóficos relacionados ao interesse pelo semelhante, à solidariedade e à busca de maior justiça social.

Assim, a partir do gramscismo, tiveram força conceitos relacionadas à sociedade civil, justiça social, democracia direta, representação partidária ampla, dentre outras - via de regra definidas segundo os interesses dos articuladores da luta de classes. Vale lembrar que em nenhum regime comunista, todos invariavelmente ditos "democráticos", houve livre representação partidária, eleições livres e isentas, liberdades individuais, dentre outros instrumentos disponíveis nas democracias capitalistas.

A adoção da linha gramscista permite transformar inocentes em combatentes úteis que, ao defenderem "bandeiras" racialistas ou originadas da orientação sexual, por exemplo, nada mais fazem que contribuir para a criação de antagonismos sociais.

A linha gramscista permite que artistas, particularmente um segmento dado à excentricidades e que, quando fazem sucesso, se permitem viajar em jatinhos particulares, reservarem hotéis inteiros e a manutenção de imenso distanciamento da "plebe" - se definam como defensores dos pobres, das minorias, das culturas mais atrasadas. Nada mais gramscista que amar ao próximo desde que este seja mantido o mais distante possível! Assim era che guevara, um grande amante do próximo, desde que o próximo não ficasse sob o alcance de tiro de sua colt. .45, não fosse cubano ou não estivesse preso no terrível presídio de "la cabana", onde guevara fuzilava à vontade...

Mediante o gramscismo, a história é reescrita sob a ótica deformada daqueles que culpam a classe média e os conservadores pelo sofrimento do proletariado - embora, muitas vezes, somente seja fácil identificar em tal segmento os elementos marginais da sociedade, ou seja, criminosos, drogados, moradores de rua. Afinal, boa parte dos "operários" sonha progredir, galgar melhores patamares econômicos, aventurar-se no empreendedorismo, enfim, crescer e, consequentemente, gerar riqueza para si e para os demais.

O grande erro daqueles que se intitulam "progressistas" e que têm como objeto a criação de mecanismos de estímulo à luta de classes é o equivocado entendimento sobre a viabilidade de divisão de qualquer riqueza mediante a imposição de qualquer grupo hegemônico, à revelia do livre mercado e da livre iniciativa.

Afinal, o homem, por sua natureza é único, individualíssimo, e sempre estará em busca de melhores condições, seja no que concerne ao seu trabalho, às suas condições socioeconômicas, acesso ao poder... Não há como colocar em prática um sistema, mentirosamente democrático, onde as escolhas fiquem à cargo de um partido!

Implantado o comunismo, o primeiro efeito será a fuga do capital e o esfacelamento da atividade econômica. Aí, ou o novo Estado assume sua condução, como ocorre hoje na China - e nesse caso as condições dos trabalhadores serão empurradas a planos muito inferiores - ou, então, como ocorre em Cuba, somente uma pequena nomenclatura terá direito a pasta de dentes, papel higiênico e poder de vida e morte sobre todos os demais!

Leia, no Blog do Reinaldo Azevedo (Revista Veja) interessante matéria sobre tentativas de desmoralização da Polícia

Proteus confirma que atacou policiais com estilete, mas… Ou: O que dirá agora a Frente Única de Difamação da Polícia? Ou ainda: Quando a Defensoria Pública, paga pelos paulistas, se desmoraliza

    E agora? O que dirá a Frente Única de Desmoralização da Polícia, de que fazem parte setores da imprensa, do Ministério Público e da Defensoria? Fabrício Proteus Chaves foi ouvido ontem pela polícia. Felizmente, está fora de perigo. Tanto é assim que pôde dar seu depoimento.
Vamos ver.
Ele confirma que atacou os policiais com um estilete. Até ontem à tarde, isso era tratado por setores da imprensa como conversa para boi dormir; coisa de policiais trogloditas, que vão às ruas para reprimir esses arautos alados da democracia.
Ele confirma que todos os artefatos da mochila (menos os explosivos) — típicos de quem vai para a rua para o confronto — também eram seus. Até ontem, a palavra do próprio secretário de Segurança, Fernando Grella, era vista com desconfiança. É claro que se pode duvidar de um secretário. Mas é preciso que haja motivos para isso.
A versão de Proteus é diferente da dos policiais num único particular. Ele diz que primeiro levou um tiro e só depois reagiu.
Então ficamos assim: Proteus é um homem de 22 anos que portava uma arma branca — segundo a sua família, coisa de estoquista… Ele confirma que atacou mesmo o policial, mas só depois de levar um tiro. Proteus é o homem que, quando leva um tiro, avança sobre o outro com um estilete. Faz sentido? Talvez para a Frente Única de Difamação da Polícia, que forma uma sigla não muito eufônica.
Carlos Weis, da Defensoria Pública, acredita piamente. Tanto é assim que saiu do depoimento afirmando que o rapaz agiu em legítima defesa. A Defensoria Pública é sustentada pelos impostos dos paulistas que trabalham, não quebram nada nem tentam furar ninguém com um estilete.
Assim, caros leitores, descarte-se a história de que o policial que atirou é que o fez para se defender. Nada disso! Teria sido o contrário. Quem acredita? Do que a Defensoria Pública quer brincar? Que tal de “história da Carochinha”?
É estupefaciente que tenhamos de lidar com coisas assim. A versão de Proteus põe a gente para pensar, não é? Se, ferido com um tiro, ele ainda saca um estilete do bolso para atacar policiais, a gente se põe a pensar do que ele não é capaz quando está em ação, sem ferimento nenhum.
Ele nega que os explosivos também fossem seus. Estes pertenceriam a Marcos Solomão, que foi detido pelos policiais na rua da Consolação, junto com o próprio Proteus, que conseguiu escapar. Assumir que carrega explosivos sempre complica a situação de um réu — se é que ele vai virar um.
Segundo os PMs, já ali, na primeira abordagem, ele os ameaçou com o estilete. Será que os policiais estão mentindo? Pois é… Será que Proteus só avança contra um policial com um estilete depois de levar um tiro?
Segundo o delegado titular do 4º DP (Consolação), José Gonzaga da Silva Marques, informa a Folha, os indícios apontam para uma reação de legítima defesa dos PMs. Fabrício responde a inquérito por desobediência, desacato e resistência.
Cesse tudo o que a antiga bibliografia cantava. O Brasil não precisa de Tocqueville. Precisa é de estilete. Não precisa de Congresso. Precisa é de estilete. Não precisa de Justiça. Precisa é de estilete.
O estilete é o mais novo instrumento de que dispõe a sociedade brasileira — que, como se sabe, vive debaixo de uma tirania — contra o estado e seu aparelho de repressão, as Polícias Militares.
Sinto vergonha até de reproduzir as palavras de alguns. E acho espantoso que não se envergonhem de pronunciá-las.
Por Reinaldo Azevedo
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

Revista Veja, Blog do Reinaldo Azevedo: PT vai aprimorar a sua Polícia Política na Internet

Blog

Reinaldo Azevedo

Análises políticas em um dos blogs mais acessados do Brasil

28/01/2014  às 17:45

PT vai aprimorar a sua Polícia Política na Internet

No dia 30 de abril de 2012, escrevi aqui um post sobre um troço chamado “MAV” — Mobilização de Ambientes Virtuais. Trata-se de um grupo criado pelo PT para vigiar a Internet e patrulhar as redes sociais. Uma personalidade mais ou menos conhecida faz alguma afirmação no Twitter de que os petistas discordam? Eles partem pra cima. O mesmo se dá no Facebook. Palavras de ordem e boçalidades contra a oposição e o jornalismo independente são replicadas em penca em centenas de sites, blogs etc. Trata-se, obviamente, de uma forma de fraudar as redes sociais.
Pois bem. Leiam o que informa Bruno Benevides na Folha (em vermelho). Voto em seguida:
O PT pretende fazer encontros com internautas de movimentos sociais para articular uma atuação na internet. “Existe uma presença conservadora nas redes, de pessoas que defendem a volta da ditadura, o [deputado federal Jair] Bolsonaro”, disse o secretário nacional de Comunicação do partido, o vereador José Américo (SP). Segundo ele, a ideia é organizar uma resposta progressista a essas ideias.
“Vamos fazer algo mais amplo, que reúna movimentos sociais, não só militantes do PT”, disse Américo, após reunião na sede do partido em São Paulo. O encontro discutiu exatamente a estratégia de comunicação do PT.
(…)
Retomo
Ou por outra: o PT vai azeitar a sua Polícia Política informal, criada para patrulhar a rede. Já escrevi bastante a respeito e reitero alguns pontos de vista.
Na Internet, no jornalismo impresso e também na TV, ex-jornalistas tiveram a pena alugada pelo petismo para agredir lideranças da oposição e, ainda com mais energia, a imprensa. Tentam desacreditá-la para dar, então, relevo às verdades do partido. Alguém poderia dizer: “Até aí, Reinaldo, tudo bem! Eles estão fazendo a guerra de opinião”. Não está tudo bem, não! Esse trabalho é financiado com dinheiro público — sejam verbas do governo federal e de governos estaduais ou municipais do partido, sejam verbas de estatais. Vale dizer: é o dinheiro público que financia uma campanha suja que é de interesse de uma legenda.
Essas publicações — blogs, sites e revistas sustentados com dinheiro dos cidadãos — formam uma espécie de central de produção de difamações que a tal “MAV” vai espalhar pela rede. O núcleo mais forte está em São Paulo, mas o próprio partido anuncia que está criando outros país afora. Assim, meus caros, já não se pense mais no PT como o partido que aparelha apenas sindicatos, movimentos sociais, ONGs, autarquias, estatais, fundos de pensão e, obviamente, o estado brasileiro. Não! Os petistas decidiram aparelhar também a Internet.
Este blog
Entenderam por que é quase impossível fazer um debate honesto, entre indivíduos, em áreas de comentários de páginas abertas ao público? Vocês serão sempre espionados, monitorados e, como se diz por aí, “trolados” por um grupo organizado. Que fique claro: não são indivíduos petistas debatendo. Trata-se de uma tropa de assalto à livre expressão. Não raro, são de um agressividade asquerosa. É por isso que expulso deste blog os chamados “petralhas”. Faço-o em benefício da verdade do debate — é uma mentira cretina essa história de que todos os meus leitores pensam a mesma coisa. Ora, eu não quero aqui patrulheiros da opinião alheia. Pior ainda: falando em nome da “verdade oficial”.
Qual é, no que diz respeito à informação, a natureza da Internet? É, ou deveria ser, o território dos indivíduos, que têm, finalmente, a chance de se expressar com seu pensamento, suas sentenças, seus conhecimentos e até seus preconceitos — afinal, no confronto e no convívio com outros, têm a chance de aprender e de mudar de opinião. E, por certo, políticos e partidos podem e devem criar suas páginas. Não há mal nenhum nisso. Desde que fique claro de quem é aquela voz.
O MAV subverte e corrompe a essência da liberdade na rede. A tropa que esse núcleo mobiliza nunca deixa claro que está cumprindo uma tarefa. O debate se dá de maneira desigual: de um lado, um indivíduo com suas opiniões, suas angústias, suas dúvidas; de outro o oficialismo organizado para impedir a livre circulação de ideias, tentando confiná-las nos escaninhos da verdade partidária.
Por Reinaldo Azevedo
 
http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/geral/pt-vai-aprimorar-a-sua-policia-politica-na-internet/#comment-3151724

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

A Coerência da Presidente, por Ives Gandra da Silva Martins


Por Ives Gandra da Silva Martins

O Estado de S. Paulo em 23 Jan 2014

Numa real democracia, o respeito às opiniões divergentes é um direito fundamental, pois, no dizer de John Rawls, "teorias não abrangentes" podem conviver, apesar de suas diferenças, o que não ocorre com as "teorias abrangentes" próprias das ditaduras, em que se impõe uma única visão política a ser seguida por todos. Não no seu mais conhecido livro (Uma Teoria da Justiça), mas na obra Direito e Democracia, desenvolveu o tema de que todas as teorias impositivas que não permitem diálogo conformam ideologias totalitárias, não são democráticas.

Respeito, como eleitor e cidadão, as posições da presidente, que na juventude foi guerrilheira na companhia de muitos outros, alguns treinados em Cuba, e mesmo terroristas, pois lançaram bombas em shoppings, matando inocentes. Um de seus amigos mais íntimos e meu amigo, apesar de nossas inconciliáveis divergências, José Dirceu declarou certa vez que se sentia mais cubano que brasileiro. Seu apoio permanente à ditadura cubana é, portanto, coerente com seu passado de lutas políticas, como o fez com relação às semiditaduras da Venezuela e da Bolívia.

O caso de Cuba, todavia, tem conotações extremamente preocupantes, na medida em que o governo brasileiro financia, por meio da campanha Mais Médicos - que poderia também ser intitulada "Mais Médicos Cubanos" -, uma ditadura longeva, que se alicerçou num rio de sangue quando Fidel Castro assassinou, sem julgamento e sem defesa, em seus paredóns, milhares de cidadãos da ilha para instalar sua ditadura. Chegou a ser chamado por estudantes da Faculdade de Direito da USP de "Fidel Paredón Castro". Até hoje seus habitantes não têm direito a circular livremente pelo país e quando conseguem autorização para viajar ao exterior seus familiares permanecem como "reféns" para garantia de seu retorno. E a pretendida abertura econômica para comprar carros comuns por US$ 250 mil é risível para um povo que ganha - mesmo os profissionais habilitados - em média de US$ 20 a US$ 50 por mês. É o país mais atrasado economicamente das Américas.

O Estado de S. Paulo (11/1, A3) noticiou que o referido programa prevê a "importação" de 10 mil médicos de Cuba - ante pouco mais de 500 de outros países -, os quais ganharão menos que os demais estrangeiros, pois o governo brasileiro paga seu salários diretamente a Cuba, que lhes devolve "alguns tostões", apropriando-se do resto. Impressiona-me que o Ministério Público do Trabalho não tenha tomado, junto aos tribunais superiores, medida para equiparar o pagamento, no Brasil, desses cidadãos cubanos, que atuam rigorosamente da mesma forma que seus colegas de outros países, ganhando incomensuravelmente menos. Causa-me também espanto que uma pequena ilha possa enviar médicos em profusão. Talvez aí esteja a razão para que o governo brasileiro não aceite o Revalida para tais profissionais, deixando fundadas suspeitas de que tema sua reprovação, por não serem tão competentes quanto os médicos brasileiros obrigados a se submeter a esse exame para a avaliação de sua competência.

O que mais me preocupa, contudo, é que, enquanto, para meros efeitos eleitorais, o governo brande a bandeira de "Mais Médicos cubanos" financiadores da ditadura do Caribe, o SUS não é reatualizado há mais de 15 anos. Os médicos brasileiros que atendem a população nesse sistema recebem uma miséria como pagamento por consultas e cirurgias, assim como os hospitais conveniados. A não atualização dos valores pagos pelo SUS, em nível de inflação, por tão longo período tem descompensado as finanças de inúmeras instituições hospitalares privadas vinculadas a seu atendimento.

De tudo, porém, o que me parece mais absurdo é que o financiamento à ditadura cubana, calculado pelo Estado, supera US$ 500 milhões, estando a fortalecer um regime que há muito deveria ter sido combatido por todos os países da América, para que lá se implantasse a democracia. Tal amor à ditadura caribenha demonstra a monumental hipocrisia dos ataques ao Paraguai e a Honduras por terem, constitucional e democraticamente, afastado presidentes incompetentes ou violadores da ordem jurídica dominante. Assim é que o artigo 225 da Constituição paraguaia permite o impeachment por mau desempenho, como nos governos parlamentares, e o artigo 239 da Constituição hondurenha determina a cassação do presidente que pretender defender a reeleição. É que a forma como foram afastados estava prevista no texto constitucional aprovado, nessas nações, democraticamente.

Como presidente do País, Dilma Rousseff merece respeito. Dela divirjo, entretanto, desde sua luta guerrilheira, que atrasou a redemocratização do Brasil, obtida, por nós, advogados, com a melhor das armas, que é a palavra. E considero que seu permanente fascínio pelas ditaduras ou semiditaduras, como as de Cuba, Venezuela e Bolívia, é perigoso para o Brasil, principalmente quando leva à adoção de medidas como a "operação de mais médicos cubanos", pois fora de nossas tradições democráticas.

Valeria a pena a presidente refletir se tais medidas, de nítido objetivo eleitoreiro, não poderão transformar-se ao longo da campanha em arma contra o próprio governo, mormente se os candidatos de oposição se dedicarem a explorar o fato de que o que se objetiva mesmo é financiar aquele regime totalitário. A campanha Mais Médicos poderá tornar-se o mote "mais dinheiro para a ditadura cubana", pondo em evidência não o interesse público do povo brasileiro, mas a coerência da presidente com seu passado guerrilheiro, gerando dúvidas sobre seu apreço aos ideais democráticos.

Veja conforme publicado:

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

O rolo compressor comunista segue firme e veloz no Brasil

Os homens passam... E muito rapidamente! Suas obras também acabam por desaparecer, embora possam perdurar e provocar efeitos muito além do tempo de sua criação.

Assim é que ao longo de toda a história, estão presentes excessos de todos os matizes, praticados, na maioria das vezes, sob argumentos aparentemente válidos, entretanto levados a cabo por agentes mal intencionados ou com a visão deturpada por diversos aspectos, autônomos ou heterônomos, exógenos - sociais, familiares, fisiológicos, psicológicos, dentre outras origens orientadoras, no homem, da percepção sobre o mundo dos fatos.

Passados vinte e cinco anos da queda do muro de Berlim e inserido o mundo em onda jamais imaginada de acesso à informação decorrente da popularização da internet, como explicar que tantas pessoas ainda defendam o comunismo - comprovadamente responsável por centenas de milhões de mortes em todo o mundo, mediante processos de extermínio dezenas de vezes superiores ao holocausto?

Os fatos estão disponíveis... Basta pesquisar sobre a revolução bolchevique e as atuações de Lênin, Stalin, este responsável por mais de trinta milhões de mortes; sobre a China; sobre o Camboja e o genocídio praticado pelo khmer vermelho de Pol Pot, que atingiu a 25% da população daquele país... Importante também conhecer a história da guerra do Vietnam, suas verdadeiras origens e identificar as mentiras e injustiças divulgadas a respeito do ingresso dos Estados Unidos no conflito. Como explicar o endeusamento do carniceiro "che" guevara, apresentado há décadas pela mídia como um sonhador, um romântico mas, que na verdade, era um assassino frio, sem qualquer amor pelo semelhante;  ser abjeto, que se divertia tendo como hobby atirar em pessoas com sua inseparável Colt .45 e que esteve à frente do mais famoso "goulag" existente em território americano: o presídio de "La Cabaña", em Cuba. Sobre tal centro de tortura e morte, deveriam aqueles que ostentam a gravura do "porco" (era conhecido por esse apelido, "el chancho"!), fazer uma pesquisa sobre as condições a que eram submetidos os prisioneiros, mantidos em verdadeiras covas inundadas por excrementos e a "julgamentos" sumários, pelo próprio humanista "che", que invariavelmente resultavam em fuzilamento! Apesar disso, somente são divulgadas, pela mídia ou por intelectuais e artistas comprados pelo governo, as mentiras, a visão glamourizada do monstro...

E onde se pretende chegar com tal linha de raciocínio? Simples! À afirmação de que a revolução comunista que segue sua marcha inexorável no Brasil, mediante a orquestração e comando do foro de São Paulo e do PT, seu criador, e a atuação de grupos como o MST, Via Campesina, organizações criminosas com atuação dentro e fora de presídios; bem como de falsos movimentos sociais como o "passe livre" e os "rolezinhos", ao que tudo indica, logrará seu objetivo pleno. E, logo em seguida, finda a democracia e as liberdades individuais (em que país comunista ou à caminho isso não ocorreu? Ou alguém acredita que existam em Cuba?) será iniciada nova Era caracterizada pela fuga do capital internacional, pelas perseguições naturais de um Estado policial, pelo fim da imprensa livre e pelo desastre da economia e dos padrões de vida! E ao final, antes que digam que tais fatos não têm culpados e que são fruto da caminhada das sociedades da busca da evolução, é importante ressaltar, desde já, que há sim culpados bem definidos.

E quem seriam? São os recalcados, os complexados, os invejosos, os incompetentes que, inábeis ou incapazes para a conquista dos próprios sonhos, passam a sonhar a destruição dos sonhos alheios... Imaginam poder sobreviver à custa do trabalho e esforço do próximo, ou dos próximos, ignorando que, à exceção de uma pequena casta que terá todo o poder e privilégio, aos demais está reservado viver de sobras, do pouco que o Estado poderá suprir - já que o grande gerador de riqueza e desenvolvimento, que jamais deixará de ser o empreendedorismo, estará morto ou sufocado! Assim, são os maiores culpados, além dos políticos que têm por verdadeiro objetivo o poder de vida e morte e a conquista de todos os privilégios, a mídia, intelectuais, artistas e outros grupos cujos integrantes vendem a mentira e, assim, conseguem pequenas vantagens por serem "chapa branca" no momento atual - deixando de perceber que, instalado o comunismo, não haverá espaço para todos na Nomenklatura, ou seja, a casta de homens e mulheres acima do bem e do mal que sempre existem nos países ditos marxista-leninistas.

Aluizio Amorim explica o que há, na verdade, por detrás dos "rolezinhos" nos shoppings... Leia, repasse e dê conhecimento aos ingênuos que assistem a "Joia Rara" ...

Excelente artigo, que expõe de forma clara aquilo que os acomodados e anestesiados pela TV Globo e outros veículos insistem em não enxergar.


http://aluizioamorim.blogspot.com.br/2014/01/nova-fase-de-agitacao-comunista-do-pt.html

terça-feira, janeiro 14, 2014

NOVA FASE DE AGITAÇÃO COMUNISTA DO PT ESCOLHE OS SHOPPINGS COMO ALVO FARA INSUFLAR A LUTA DE CLASSES. É O COMEÇO DA CAMPANHA ELEITORAL.

Lenin convoca a galera para um "rolezinho": no final, mais de 100 milhões de mortos.
Quando surgiram as tais manifestações nas ruas em meados de 2013, tendo com o epicentro, como não poderia deixar de ser, a cidade de São Paulo, chamei a atenção aqui no blog que não se tratava de manifestos espontâneos. Tratava-se de um esquema do PT  que pretendia implantar a sua tal “reforma política” por meio de um plebiscito. O partido do Lula já tinha as peças de propaganda prontas, conforme revelei aqui com exclusividade. 
Denunciei que tudo isso não passava de um “golpe de Estado” nos moldes daqueles ocorridos na Venezuela, Bolívia e Equador sob a tutela geral do Foro de São Paulo, a organização comunista fundada por Lula e Fidel Castro em 1990, com o objetivo de transformar o continente latino-americano num consórcio de republiquetas comunistas.
A a jogada do plebiscito do PT não prosperou. Estrategicamente, o PT recuou na tentativa de fazer passar o golpe de Estado comunista com a chancela do Congresso Nacional. Pouco depois surgia nas ruas de São Paulo e do Rio de Janeiro os famigerados black blocs promovendo a destruição do patrimônio público e privado impunemente. E impunes permanecem até hoje. Na ocasião, o Palácio do Planalto por meio do Gilberto Carvalho, o ajudante de ordens de Lula, anunciou que o governo estava surpreso como os black blocs que classificou como um fenômeno que estava sendo estudado.
Depois disso, como num passe de mágica, os black blocs, passes livres e bate-paus correlatos sumiram. A última notícia do tal “passe livre” é que seus agitadores estavam atuando no México, ou seja, exportando a técnica  que vinham adotando no Brasil.
Todos esses movimentos fazem parte do plano comunista do Foro de São Paulo que tem como braços operativos todos os partidos de esquerda da América Latina. O Foro é dirigido pelo PT.
A aparente paz nas ruas do Brasil nos últimos meses representa apenas o reflexo da estratégia do movimento comunista do século XXI de avanços e recuos. Mas se for feitas as contas, ver-se-á que a Nação já sofre a agitação permanente desde o primeiro dia em que Lula colocou as suas patas no Palácio do Planalto. 
Entretanto, esse interregno de recuo foi interrompido novamente pela eclosão de um tipo de manifestação bizarra e debochada que denominam “rolezinho”. 
POR QUE OS SHOPPINGS?
Bizarrices e deboches à parte, os tais “rolés”, constituem uma nova forma de ataque do movimento comunista liderado pelo PT. Se alguém pensa que esses “rolés” são coisas espontâneas está redondamente enganado. A grande mídia, como raras exceções de sempre, continua mentido, fazendo o jogo sórdido do departamento de agitação do PT!
Trata-se de agitação muito bem planejada que utiliza, como utilizam os black blocs, passe livre e congêneres, as redes sociais, principalmente o Facebook. O ponto crucial desse movimento esquerdista tem como foco o exercício da pedagogia da luta de classes. Por isso escolheram como alvo os shoppings, justamente os locais mais civilizados, mais bonitos, mais limpos e democraticamente abertos ao público em geral.
A escolha dos shoppings como alvo de ataque dos comunistas é a versão urbana da ação do MST. Os shoppings são propriedades privadas, centros de compras e lazer que funcionam como “micro-cidades” dentro de uma cidade. Possuem regras próprias de acordo com a legislação pertinente. E, como não poderia deixar de ser, os shoppings, como as cidades, possuem esquema de segurança e até mesmo corpo de bombeiros próprio e têm de atender a uma enorme gama de exigências legais para funcionar. Em função disso, cada shopping center é um extraordinário empreendimento que gera um apreciável volume de empregos diretos e indiretos e recolhe volumosos tributos ao Estado. Basta imaginar, como exemplo, quanto o Shopping Iguatemi de São Paulo paga de IPTU anualmente!
Os shoppings são, como alinhei ligeiramente, uma atividade empresarial de alta complexidade. São milhares de pessoas que transitam diariamente dentro desses mega centros de compras e lazer, fato que impõe uma responsabilidade imensa aos administradores. Por isso, é totalmente inviável qualquer viés de anarquia dentro de um shopping. Os shoppings dependem, portanto e sobretudo, de completa paz para funcionar. Por isso costumo tipificar os shoppings como “oásis” de sossego e segurança em meio a uma grande cidade ou metrópole.
Para alcançar seus objetivos é claro que a segurança dentro de um shopping tem especial destaque. O acesso é livre, desde que os cidadãos que pretendem frequentar esses centros de compra sigam o padrão de comportamento adequado sob pena de que esses espaços de compra e lazer se transformem num verdadeiro inferno colocando em risco a segurança e a própria vida das pessoas, já que é um local fechado. O requisito indispensável para frequentar um shopping é só e apenas civilidade, ou seja, a observância das regras que permitem o convívio social.
A TÁTICA DA AGITAÇÃO
Charge que circula pelas redes sociais, sites e blogs esquerdistas fala por si só. Isto é apenas o começo.
A escolha dos shoppings para a agitação, além de ser uma completa loucura em termos de segurança por colocar a vida de centenas de pessoas em risco, busca efetivar a luta de classes. Os ricos verdadeiros, os magnatas, até podem frequentar shoppings, como de fato frequentam. Todavia magnatas de verdade, convenhamos, são poucos em qualquer lugar do mundo. Esses centros de compras são frequentados apenas por pessoas da classe média. Os magnatas, os ricos verdadeiros - e nada tenho contra eles e os admiro - normalmente são pessoas discretas, ao contrário dos novos ricos. Esses últimos também gostam de shoppings, porém são minoria. Quem usa shoppings são trabalhadores comuns, funcionários públicos, pequenos empresários, estudantes, enfim pessoas comuns que ralam no dia a dia e em sua maioria comem sanduíches em praças de alimentação.
Entretanto, pelo fato dos shoppings serem bonitos, bem decorados, limpos e que exigem como requisito para o seu uso exclusivamente a educação e bons modos e nunca o que as pessoas levam em numerário em suas carteiras ou o que pretendem comprar, o acesso é livre.
Assim, esses centros de compras foram tomados pelos agitadores comunistas como referencial de opulência e riqueza. Foram transformados em ícones do luxo. Trata-se da construção de um emblema para acirrar a luta de classes. Acusam os shoppings de segregar as pessoas, o que é uma histriônica mentira. E a partir dessa mentira constroem um ambiente propício à luta de classes jogando pobre contra rico.
Não há nenhuma dúvida sobre o fato de que os tais “rolezinhos” constituem uma nova versão dos black blocs, do passe livre e outros truques do arsenal comunista de agitação. 
Notem que a campanha eleitoral presidencial começou no ano passado no momento em que o passe livre iniciou a agitação em São Paulo. Posteriormente, alguns incautos fora do movimento comunista do PT, foram às ruas. Mas logo viram que se tratava de uma arapuca do PT para viabilizar o tal “plebiscito da reforma política”. Restou nas praças a agitação, o vandalismo, o quebra-quebra, até que agrediram diretamente o comandante da Polícia de São Paulo. Ato contínuo, ocorreu o “recuo tático”.
Tudo isso faz parte da campanha eleitoral do PT. Os candidatos da oposição nem imaginam o que virá nos próximos meses até a eleição. Os black blocs, passes livres e “rolezinhos” são apenas o começo da mais sórdida campanha presidencial que o Brasil já viveu. O Foro de São Paulo e o PT constituem a maior operação do neo-comunismo do século XXI. É o resultado de décadas de ação sofisticada do marxismo cultural que domina todas as instâncias da vida social, começando pelas escolas, universidades e a grande mídia.
Notem por exemplo, que os “rolezinhos” primeiro foram noticiados como um novidade que estava ocorrendo por conta de movimentos sem liderança nas redes sociais. Entretanto, na Folha de S. Paulo e outros veículos de mídia, “letrados” acadêmicos já dão consistência ideológica aos “rolés”. É como se os textos já estivessem prontos para serem desovados alguns dias depois que eclodiu mais essa barbarie comunista!, se é que já não estavam! Aqui mesmo no blog, a título de exemplo, revelei postagens no Twitter de jornalista do jornal O Estado de S. Paulo. Objetivamente, a verdade é que a grande mídia em sua totalidade está acumpliciada desde sempre com o neo-comunismo do século XXI. Seus jornalistas são em 99% comunistas. O jornalismo sempre foi uma categoria que reuniu e reúne o maior número de boçais, idiotas de todos os gêneros, trapaceiros, mentirosos, vadios e comedores de caraminguás oficiais. A chegada do PT ao poder fez com que os que se mantinham no “armário”, assumissem a sua idiotice comunista com todas as letras. Digo isso porque também sou jornalista há mais de 40 anos e convivi profissionalmente por muito tempo com essa gente. 
A DESTRUIÇÃO DAS PMs
Cumpre, finalmente, revelar uma coisa muito perigosa que está acontecendo em todo continente latino-americano. Há a intenção - como ocorreu recentemente na Argentina - de acabar com as polícias militares. Os atos de agitação tem em mira obter o confronto com a polícia e, num confronto a polícia age como polícia na defesa da lei e da ordem. 
Basta que um policial qualquer toque com um dedo num desses agitadores para no dia seguinte a Polícia Militar (em qualquer Estado da Federação) ser enxovalhada impiedosamente nas primeiras páginas dos jornalões e nos noticiários das grandes redes de televisão.
A destruição das polícias militares é um dos planos de ação do Foro de São Paulo. Ao que parece essa tentativa está mais avançada na Argentina e foi fruto de uma greve recente de policiais que degenerou numa escalada de violência e saques no comércio.
Ao mesmo tempo em que as Forças Armadas são sucatadas e desprestigiadas a desmilitarização das polícias faz parte do enfraquecimento de uma das instituições onde historicamente sempre houve repulsa ao comunismo.
Portanto, a Nação brasileira e as demais latino-americanas, estão assistindo passivamente ao desmonte dos últimos vestígios de democracia e liberdade. Foram levadas a acreditar que o Estado é capaz de prover tudo o que as pessoas demandam. Ora, isso é um equívoco fatal e que conduz à pobreza absoluta da qual são emblemas Cuba e todos os demais países comunistas.
Trata-se, portanto, de uma realidade trágica que não poderá ser ignorada pelos candidatos da oposição no pleito que ocorrerá em outubro deste ano no Brasil. Se estão à procura de um mote para campanha, as linhas gerais estão neste modesto texto, como resto em dezenas de outros que já produzi e postei aqui neste blog

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Excelente texto que bem define o sentimento dos homens de bem do Brasil ante o êxito de todos os canalhas - os invejosos, os vendidos e os oportunistas‏


OSMARD  ANDRADE

 

Leio no “Estadão” de hoje, 14 de dezembro, página 12, notícia que me atinge como um soco no estômago: “A Escola Estadual Presidente Emilio Garrastazu Médici passou a chamar-se Escola Estadual Guerrilheiro Carlos Mariguella”.

 

Parece que estamos chegando ao fim e a República Federativa do Brasil também mudará de nome: seremos República Popular Democrática do Brasil, que este é o apelido usual de todos os países comunistas à volta do mundo.

 

Passado o impacto, obrigo-me a uma volta ao passado. Como dizia Augusto dos Anjos, “sou uma ameba, venho de outras eras...”. Era ginasiano em 1937 quando Getúlio Vargas implantou o “Estado Novo” e espancou os comunistas que, à soldo de Moscou, tentavam criar na América do Sul um satélite da União Soviética. Foram daquela época o famigerado cavaleiro da esperança Luiz Carlos Prestes, (Em caso de guerra entre o Brasil e a União Soviética, lutarei por eles”), Harry Berger, Garota, Olga Benário e outros militantes bolchevistas, saía-se recentemente da chamada intentona comunista que buscou arrasar o terceiro Regimento de Infantaria da Praia Vermelha com dezenas de oficiais mortos, o Partido Comunista Brasileiro e a UNE (esta, sempre foi no Brasil uma célula do partidão) foram fechados, o país respirou aliviado.

 

A partir de 1939, fui radialista e jornalista, escrevendo para rádios e jornais. Em 1943 participei da Força Expedicionária Brasileira lutando pela democracia mundial. Nos anos de 1951 e 1952, produzi para as rádios Ministério da Educação, Roquette Pinto, Mauá e uma rede de 48 emissoras no interior do país, uma série de rádio-reportagens sob o título de “Paisagens da Vida”, um teleteatro de contra-propaganda comunista, na qual, com a colaboração de um militar foragido da URSS, Anatoli Mickailovich Granovski, contava as atrocidades que eram sofridas pelo povo soviético nas mãos dos líderes vermelhos Stalin, Lenin e quadrilha. Esses programas foram gravados pelo NKVD de Moscou e de lá veio a ordem para o Tribunal Vermelho do Brasil, vivendo na clandestinidade, me condenando à morte. O DOPS, (Departamento de Ordem Política e Social) do segundo governo do Getúlio, teve ciência do fato. Chamaram-me. Avisaram-me que tinha a vida em perigo. E o máximo que me podiam oferecer eram uma arma e o seu porte, nada mais. Duas vezes tentaram os comunistas matar-me. Meu elenco de artistas era substituído a cada mês, tal a natureza das ameaças que sofriam por telefone.

 

Deixei tudo em 1953 quando entrei para a Marinha como médico. Em 1961 fui transferido para Florianópolis. E aqui, como militar, vivi os episódios históricos da renúncia do Presidente Jânio Quadros com posse do esquerdista João Belchior Goulart e sua deposição em 1964 ao tentar incendiar o país com sua participação ativa nas tentativas de implantação do regime comunista no governo brasileiro. Neste último episódio, como antigo jornalista, fui nomeado relações públicas do Estado Maior da 5ª. Região Militar. Mais uma vez lutei contra a barbárie vermelha.

 

Em 1968, durante o governo militar, os bolchevistas insistiram em transformar o Brasil numa ditadura vermelha. É dessa época a famosa guerrilha do Araguaia na qual pontificaram líderes esquerdistas como José Genoíno, Dilma Roussef, José Dirceu, o primeiro dos quais matando a marteladas na cabeça um oficial do Exército, mas todos eles se fazendo passar hoje como heróis da “democracia”, vítimas da ditadura militar. São sabujos dos Castros  cubanos, irmãos de fé dos bolivarianos da Venezuela, dos norte-coreanos, doadores das economias brasileiras para os demais países comunistas do mundo, autores dessa farsa de importação de médicos cubanos afrontando todas as leis do país e as reais necessidades da saúde pública.

 

E o que querem esses bandidos fazer do Brasil? Transformá-lo em uma outra Cuba, o melhor país do mundo em que se pode viver desde que se tenha um apartamento em Paris, o país onde se pratica a melhor medicina das três Américas desde que se tenha um Hospital Sírio-Libanês quando qualquer companheiro adoece, país cuja principal matéria-prima é mão-de-obra escrava exportada para todo o mundo, país onde se passa fome, paraíso do qual todos querem fugir mesmo correndo o risco de morrer no mar?

 

Esquerdismo é isso? Nenhum regime político já acontecido no mundo matou mais patrícios seus e pessoas de outras origens que o comunismo da União soviética. Mais de 600 milhões de cadáveres. Ao fim de 70 anos, nem eles mesmos suportaram mais. Mas nos bolsões de resistência como em Berlim Oriental, construíram muros para evitar que os felizardos que viviam no “paraíso” fugissem para o inferno ocidental.

 

Ouçamos, a respeito, a opinião do grande Fernando Pessoa: “O comunismo não é um sistema: é um dogmatismo sem sistema - o dogmatismo informe da brutalidade e da dissolução. Se o que há de lixo moral e mental em todos os cérebros pudesse ser varrido e reunido, e com ele se formar uma figura gigantesca, tal seria a figura do comunismo, inimigo supremo da liberdade e da humanidade, como o é tudo quanto dorme nos baixos instintos que se escondem em cada um de nós”.

 

Ho Chi Ming, líder comunista chinês matou mais de 3 milhões de patrícios. Na Coréia do Norte já morreram mais de um milhão. Mas os esquerdistas brasileiros ´representados pelo PT, PSB, CUT, MST, UNE e outras quadrilhas redigiram uma carta de apoio aos camaradas da Coréia onde afirmavam, entre outros besteiróis: “Incentivaremos a humanidade e os povos progressistas de todo o mundo e que se opõem à guerra, que se manifestem com o objetivo de manter a paz contra a coerção e as arbitrariedades do terrorismo dos EEUU”.

 

O líder cubano Che Guevara em quem os jovens de hoje e a quadrilheira Dilma Roussef vão buscar inspiração era claro quanto às suas intenções pacifistas e socializantes: “Um revolucionário deve se tornar uma fria máquina de matar apenas pelo ódio. Banharei minha arma em sangue e, louco de fúria, cortarei a garganta de qualquer inimigo que me cair nas mãos. E sinto minhas narinas dilatadas pelo cheiro acre da pólvora e do sangue do inimigo morto. Aqui na selva cubana vivo é com sede de sangue, estou escrevendo estas linhas inflamadas em Marti”. É este o governo que os patriotas esquerdistas querem para o Brasil? Costumam dizer que quem não é socialista na juventude não tem coração e quem ainda é socialista na idade adulta não possui cérebro. Digo-lhes eu: mostrem-me um adolescente que não seja socialista e eu lhes mostrarei um alienado do seu grupo; mostrem-me um homem de mais de 30 anos que ainda seja comunista e eu lhes mostrarei um canalha. Paulo Francis achava que todo mundo tem o direito de se portar como um débil mental até os trinta anos.

 

Infelizmente a escória vermelha do Brasil, que tanto ajudei a combater, está de volta, tomou conta do país, vai nos levar à infâmia da cubanização, não sossega enquanto não humilhar os militares que os combateram nos anos 60 e 70, obrigou recentemente esses mesmos soldados a prestar honras militares ao cadáver do comunista que desalojaram do poder em 1964 e agora, conforme está no jornal, trocaram pelo nome de um criminoso bolchevista o  de uma escola de Salvador.

 

Como já estou no fim da vida aos 91 anos, não viverei o suficiente para suportar esse castigo, mas lamento pelos meus filhos e netos. Que me perdoem o mau gosto da frase mas, felizmente, estou morrendo.

 

Osmard Andrade Faria