"A democracia é a pior forma de governo imaginável, à exceção de todas as outras que foram experimentadas."
(Winston Churchill)
Infelizmente, graças ao pensamento gramscista, o comunismo ameaça outra vez o Brasil. É que as velhas teses marxista-leninistas que entendiam a revolução e a luta de classes mediante a violência, a luta armada, foram inteligente e maliciosamente substituídas pela estratégia elaborada por Gramsci - que defende a implantação do comunismo mediante o uso dos instrumentos disponibilizados pelos próprios regimes democráticos.
Gramsci, como ninguém, soube dar novos nomes, fáceis de serem assimilados, a conceitos antigos e antes capazes de assustar à classe média e àqueles que somente pretendem, ingenuamente, a aplicação de conceitos religiosos ou filosóficos relacionados ao interesse pelo semelhante, à solidariedade e à busca de maior justiça social.
Assim, a partir do gramscismo, tiveram força conceitos relacionadas à sociedade civil, justiça social, democracia direta, representação partidária ampla, dentre outras - via de regra definidas segundo os interesses dos articuladores da luta de classes. Vale lembrar que em nenhum regime comunista, todos invariavelmente ditos "democráticos", houve livre representação partidária, eleições livres e isentas, liberdades individuais, dentre outros instrumentos disponíveis nas democracias capitalistas.
A adoção da linha gramscista permite transformar inocentes em combatentes úteis que, ao defenderem "bandeiras" racialistas ou originadas da orientação sexual, por exemplo, nada mais fazem que contribuir para a criação de antagonismos sociais.
A linha gramscista permite que artistas, particularmente um segmento dado à excentricidades e que, quando fazem sucesso, se permitem viajar em jatinhos particulares, reservarem hotéis inteiros e a manutenção de imenso distanciamento da "plebe" - se definam como defensores dos pobres, das minorias, das culturas mais atrasadas. Nada mais gramscista que amar ao próximo desde que este seja mantido o mais distante possível! Assim era che guevara, um grande amante do próximo, desde que o próximo não ficasse sob o alcance de tiro de sua colt. .45, não fosse cubano ou não estivesse preso no terrível presídio de "la cabana", onde guevara fuzilava à vontade...
Mediante o gramscismo, a história é reescrita sob a ótica deformada daqueles que culpam a classe média e os conservadores pelo sofrimento do proletariado - embora, muitas vezes, somente seja fácil identificar em tal segmento os elementos marginais da sociedade, ou seja, criminosos, drogados, moradores de rua. Afinal, boa parte dos "operários" sonha progredir, galgar melhores patamares econômicos, aventurar-se no empreendedorismo, enfim, crescer e, consequentemente, gerar riqueza para si e para os demais.
O grande erro daqueles que se intitulam "progressistas" e que têm como objeto a criação de mecanismos de estímulo à luta de classes é o equivocado entendimento sobre a viabilidade de divisão de qualquer riqueza mediante a imposição de qualquer grupo hegemônico, à revelia do livre mercado e da livre iniciativa.
Afinal, o homem, por sua natureza é único, individualíssimo, e sempre estará em busca de melhores condições, seja no que concerne ao seu trabalho, às suas condições socioeconômicas, acesso ao poder... Não há como colocar em prática um sistema, mentirosamente democrático, onde as escolhas fiquem à cargo de um partido!
Implantado o comunismo, o primeiro efeito será a fuga do capital e o esfacelamento da atividade econômica. Aí, ou o novo Estado assume sua condução, como ocorre hoje na China - e nesse caso as condições dos trabalhadores serão empurradas a planos muito inferiores - ou, então, como ocorre em Cuba, somente uma pequena nomenclatura terá direito a pasta de dentes, papel higiênico e poder de vida e morte sobre todos os demais!
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Há 5 anos
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