Cel José Gobbo Ferreira - Março de 2014
Por seu Presidente, a Chapa Monte-Castelo, candidata à Diretoria do Clube Militar,
adere, empresta todo seu apoio e enfaticamente convida sua militância Republicana
e todas as pessoas de bem deste país para as Marchas de 22 de março pelo Brasil.
É grave, muito grave a situação pela qual passa nossa Pátria!
A corja comunista que ocupa o poder está de há muito executando em nosso país a
operação Gramcista de “transição para o socialismo” (diga-se: comunismo).
Os meios de comunicação estão prostituídos pelas verbas publicitárias do governo.
Big brothers e novelas degradantes ou ideologizadas mais a propaganda mentirosa e
omissão criminosa, servem vergonhosamente aos propósitos dissolutivos bolivarianos.
Autodenominados “intelectuais”, tolos e vaidosos, vendem barato a alma para serem
considerados “avançados”, “liberais”, “modernos”, exemplos vivos de que títulos e
diplomas por si só não trazem sabedoria. Professores iníquos corrompem a mocidade
, instilando a doutrinação marxista e liberalidade sem freios na Universidade.
Na Escola Fundamental, material didático e docentes despudorados procuram
desviar nossas crianças das leis da natureza, erotizando-as precocemente,
incutindo nelas absurdos como a bissexualidade e tentando extirpar delas escrúpulos
atávicos do ser humano.
Em todos os campos de atividade os traidores da Pátria envenenam os ambientes
buscando destruir nossa individualidade, nossos valores religiosos, morais e cívicos,
querendo substituir nosso jeito peculiar de viver, comum a todos nossos estratos
sociais, pelo modo abúlico, massificado, robótico e sem alma do comunismo.
Querem substituir Deus pelo partido e o auriverde Pendão da nossa terra, que a brisa do Brasil beija
e balança, pela foice e o martelo.
Substituir o hino que fala da terra mais garrida, onde os risonhos lindos campos tem
mais flores, os bosques tem mais vida e nossa vida no seio dela mais amores, pela
internacional socialista, como já o fez recentemente em uma cerimônia pública,
a abominável Maria do Rosário, ministra deste governo imoral, em uma profissão de
fé no comunismo que nos ameaça, e que ela peleja por implantar.
Destruir nossa família, nossa liberdade, nossa história, nossa cultura, nossas
tradições, nossa diversidade. Enfim, tudo aquilo que forjou a nacionalidade
brasileira, e transformar esse tesouro inefável em uma massa informe, malcheirosa
e sangrenta.
Destruir nosso folclore, nossas lembranças das cantigas de roda e de ninar. Como
pode o peixe vivo viver fora da água fria? Como poderei viver sem me recordar que
cantava para minha filha dormir, que se a rua fosse minha, eu mandava ladrilhar de
pedrinhas de brilhante para ela passar?
E como esquecer da linda morena que está lá no Tororó?
Onde mais poderiam bailar sacis, fadas, corujas e pirilampos, senão na noite de
verão de nossa terra?
E como o fariam, se não vivessem em liberdade?
Proclamam até a morte de nosso Deus, que sempre acreditamos brasileiro, e que zela
por nós sob as mais diversas denominações e predicados. O Tupan de nossos índios, o Jehovah dos herdeiros de
Abraão, o Grande Arquiteto do Universo Maçom, a Inteligência Suprema dos
Espíritas, a Santíssima Trindade Católica, um Orixá de nosso rico sincretismo
religioso, o muito amado Senhor, dos Evangélicos, etc.
São os muitos caminhos que levam à Casa do Pai, convicções religiosas pessoais
que respeitamos como um exercício do livre arbítrio individual, manifestação
máxima da liberdade que orna o ser humano, e que será esmagada se o comunismo
chegar.
Como tolerar que toda essa riquíssima consciência coletiva do povo brasileiro seja
substituída pela frieza do pragmatismo materialista, pela lavagem cerebral, pelo
condicionamento pavloviano, pela destruição das religiões, pelos antolhos no
pensamento e pelas rédeas, rebenque e esporas de um partido único, dono da
verdade, senhor da vida, da morte e dos Gulags?
É isso que queremos para nossos filhos e netos? No futuro que os anticristos nos
preparam, teríamos coragem de descrever para as crianças de então o Brasil risonho
e franco de nossas infâncias?
Suportaríamos a vergonha de confessar que vivemos anos dourados em nossa Pátria,
mas que nada fizemos para defendê-la, a fim de legá-la íntegra para eles? E isso
porque nos acovardamos frente ao patrulhamento ideológico que nos chamava de
reacionários, caretas, burgueses, alienados, gorilas.
Isso porque tivemos medo de lutar por nossos valores. Isso porque negamos o Cristo, não apenas
três vezes como Pedro, mas sempre!
Tendo instalado seu covil no Estado, essas serpentes malignas espalham sua peçonha, criam factoides,
preparam dossiês e empregam largamente as armas da injuria, da perseguição e da
mentira para nos infundir o temor ou a vergonha de reagir.
Doravante, não temamos mais! Cumpramos nosso dever inalienável de marchar em
defesa da Pátria e do Cristo. Relembro a todos o incentivo que para isso Ele nos
deixou:
Bem-aventurados sois vós quando vos injuriarem e perseguirem e, mentindo,
disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim.
Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus
(Mt 5:11-12).
Defendamos agora nossa Terra de Santa Cruz, e nossa recompensa começará ainda
antes do reino dos céus: vencido o inimigo, a percepção do risco que havíamos
corrido de perdê-la nos mostrará que nossa Pátria é, ela mesmo, um pedacinho de
céu recortado sob medida para abrigar nossas almas latinas e nossos corações
brasileiros.
Todos na rua no 22 de março e, quem sabe, de volta no dia 31.
Visite nosso site: www.monte-castelo.org
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