É fácil, para o governo, anistiar terroristas e pagar-lhes indenizações milionárias. É igualmente fácil, perdoar dívidas da Venezuela, Bolívia e outros “amigos” ou, então, drenar para Cuba, sob a forma de alegados empréstimos de mãe para filho, recursos tão necessários para o enfrentamento de graves questões não menos presentes no Brasil. Igualmente simples, para os filantropos do Planalto, o acolhimento de milhares de refugiados do Haiti e seu abrigo sob o manto "infindável" dos recursos públicos (ou esperar que engrossem as fileiras do MST e outros movimentos capazes de fazer a tão esperada revolução socialista). Difícil mesmo, é trabalhar e pagar tantos impostos capazes de sustentar a fatura cada vez maior imposta pelo PT aos brasileiros. Afinal, para tantos que nunca trabalharam (exceto pela causa) e se viram recompensados por patrimônios invejáveis, a irresponsabilidade com a coisa pública e a falta de escrupulos mostraram-se a chave mágica para o poder e a riqueza. E quem sobreviver à ditadura da falta de ética que se vire com a conta que, certamente, um dia será cobrada.
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