Pontos de vista sobre a Política e sobre o papel de cada um em face de seu exercício. Particularmente, este espaço buscará abordar a percepção do autor sobre o papel dos militares e de segmentos liberais ante as ameaças de totalitarismo socialista em curso no Brasil.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Passou da hora de reagir

As divergências sobre as causas aparentes de tudo o de mal que ocorre no Brasil são muitas. Entretanto, não há como negar a existência do foro de São Paulo, criado por Lula e Fidel Castro com o objetivo de unir as esquerdas e permitir sua chegada ao poder. A opção por Gramsci, ao invés da luta armada, parece ter surtido excelente resultado até aqui. A história já está sendo reescrita; diversos grupos foram ardilosamente trabalhados para o estabelecimento de antagonismos e do ódio; a meritocracia é abertamente contestada em favor de modelos protecionistas e populistas, o sistema representativo foi seriamente abalado e desmoralizado; o Poder Judiciário e o Ministério Público, seduzidos pelo grupo que tomou as rédeas do país, não percebe os malefícios dessa perigosa proximidade e do atendimento a interesses apartados dos valores que, efetivamente, deveriam ser tutelados. Assim, a despeito de pequenas ou até grandes diferenças, o monstro que já mostra seu apetite de destruição e suas ganas de desconstruir valores, crenças e estruturas sociais, justifica que cada um saia de sua bolha particular e passe a interagir no sentido da construção da defesa do Brasil contra os comunistas - que é, realmente, o que são os pústulas que pretendem o poder total e absoluto. O foro de São Paulo é a nova internacional comunista, exclusiva para a implantação de um modelo bolivariano que nada mais é que a expansão do mal sucedido experimento cubano, "aperfeiçoado na Venezuela", aos vizinhos. Quem não acredita nisso corre o risco de ficar sentado esperando o mal entrar em sua casa. Chegou o momento de divulgar a verdade, juntar amigos e formar grupos multiplicadores. Aqueles que são ligados às igrejas, devem falar com padres e pastores e convocá-los a tomar posição contra a reedição da teologia da libertação e discursos equivocados baseados na opção pelos pobres. Até aqui, nos trouxe a omissão, a ingenuidade e a preguiça.http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/democracia/por-uma-direita-unida/

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