Pontos de vista sobre a Política e sobre o papel de cada um em face de seu exercício. Particularmente, este espaço buscará abordar a percepção do autor sobre o papel dos militares e de segmentos liberais ante as ameaças de totalitarismo socialista em curso no Brasil.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Quem amarrou o ladrão no poste?


Amarrar um ladrão a um poste não reflete uma sociedade sadia. Entretanto, há muito que alguns segmentos se esforçam por criar doenças sociais que atendam a interesses sombrios de ruptura social e política.
 
Minimizar a responsabilidade do criminoso por seus atos, tratá-lo como vítima da sociedade ou tentar impedir que sejam discutidos temas importantes mediante o patrulhamento difuso imposto pela ditadura do "politicamente correto", não ajuda na melhoria do quadro.
 
Jair Bolsonaro, por exemplo, há anos, tenta aprovar proposta que reduz a maioridade penal. Certamente não é a solução, mas trata-se de importante ferramenta no combate à impunidade - ou alguém desconhece que, atualmente, menores são aliciados para servirem de "bucha" impune para a execução de crimes?

A cura, de verdade, somente virá quando a sociedade perceber o engodo daqueles que pregam a possibilidade de que é possível viver sem trabalho e esforço e que estimulam a falta de compromisso do indivíduo com o próprio sucesso ou fracasso.

Não menos importante, à cura, é conseguir enxergar o oportunismo de muitos defensores de minorias e causas em moda, que vivem de modo incoerente com o próprio discurso. São artistas elitistas e cheios de fricotes que dão entrevistas em defesa do combate à pobreza e do preconceito; são "celebridades" racistas que entendem que o racismo somente pode ser assim definido quando dirigido a seu grupo particular; são pacifistas e defensores do desarmamento que vivem sob a proteção de seguranças armados - em clara afirmação de que somente o cidadão comum deve submeter sua segurança ao Estado.

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