Amarrar um ladrão a um
poste não reflete uma sociedade sadia. Entretanto, há muito que
alguns segmentos se esforçam por criar doenças sociais que atendam
a interesses sombrios de ruptura social e política.
Minimizar a
responsabilidade do criminoso por seus atos, tratá-lo como vítima
da sociedade ou tentar impedir que sejam discutidos temas importantes mediante
o patrulhamento difuso imposto pela ditadura do "politicamente correto", não ajuda na melhoria do quadro.
Jair Bolsonaro, por exemplo, há anos, tenta aprovar proposta que
reduz a maioridade penal. Certamente não é a solução, mas
trata-se de importante ferramenta no combate à impunidade - ou alguém desconhece que, atualmente, menores são aliciados para servirem de "bucha" impune para a execução de crimes?
A cura, de verdade, somente virá quando a sociedade perceber o engodo daqueles que pregam a possibilidade de que é possível viver sem trabalho e esforço e que estimulam a falta de compromisso do indivíduo com o próprio sucesso ou fracasso.
Não menos importante, à cura, é conseguir enxergar o oportunismo de muitos defensores de minorias e causas em moda, que vivem de modo incoerente com o próprio discurso. São artistas elitistas e cheios de fricotes que dão entrevistas em defesa do combate à pobreza e do preconceito; são "celebridades" racistas que entendem que o racismo somente pode ser assim definido quando dirigido a seu grupo particular; são pacifistas e defensores do desarmamento que vivem sob a proteção de seguranças armados - em clara afirmação de que somente o cidadão comum deve submeter sua segurança ao Estado.
A cura, de verdade, somente virá quando a sociedade perceber o engodo daqueles que pregam a possibilidade de que é possível viver sem trabalho e esforço e que estimulam a falta de compromisso do indivíduo com o próprio sucesso ou fracasso.
Não menos importante, à cura, é conseguir enxergar o oportunismo de muitos defensores de minorias e causas em moda, que vivem de modo incoerente com o próprio discurso. São artistas elitistas e cheios de fricotes que dão entrevistas em defesa do combate à pobreza e do preconceito; são "celebridades" racistas que entendem que o racismo somente pode ser assim definido quando dirigido a seu grupo particular; são pacifistas e defensores do desarmamento que vivem sob a proteção de seguranças armados - em clara afirmação de que somente o cidadão comum deve submeter sua segurança ao Estado.
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