Difícil compreender
como fatos cristalinos conseguem passar de forma despercebida por boa
parte da população - em especial pela classe média, cuja
capacidade de percepção dos fatos não se encontra corrompida pelo
recebimento das "ajudas" do governo socialista instalado no
Brasil - como as inúmeras "bolsas" assistencialistas, os
programas de cotas estendidos a cada dia a mais segmentos, os
financiamentos e programas ligados à distribuição de facilidades
para estudantes com alguma ligação com partidos ditos
"progressistas", dentre outras medidas populistas que
sugerem a menor importância do trabalho e do esforço individuais.
Igualmente duro é
aceitar que o perigoso processo de destruição do tecido social,
representado pelas tentativas, até aqui exitosas, de divisão dos
brasileiros entre negros, mulatos, brancos, índios, hétero e
homossexuais - critérios que não encontram lógica científica ou
parâmetros semelhantes para comparação - sejam absorvidos por
pessoas cultas, inteligentes e muitas vezes autointituladas
conservadoras.
Parece que a explicação
fica por conta da boa fé e da ingenuidade do povo. De sua tola
esperança (ou seria acomodação?) em esperar sempre que as coisas
aconteçam sem esforço ou envolvimento pessoal -
por obra divina mesmo!
Nesse sentido é que,
vez ou outra, os militantes a quem incumbe a guerra eletrônica do PT
lançam, mediante a internet, em especial nas redes sociais,
"movimentos populares legítimos" relacionados à
defenestração de todos os políticos em exercício, elencando os
inúmeros motivos que justificariam a indignação da sociedade para
com os mesmos. Ora, descontada a efetiva e justificável indignação
da sociedade com muitos políticos, a proposta chega a ser imbecil!
Ofende a inteligência imaginar que, exonerados todos aqueles no
exercício de mandatos políticos, surgiria um grupo inteiramente
novo de pessoas aptas ao exercício desses mesmos cargos e sem os
vícios dos antigos ocupantes! Viriam de marte? Ou, quem sabe,
seriam também importados de Cuba? Embora a última hipótese pareça
absurda, realmente é a que guarda maior relação como o objeto
oculto dos idealizadores do tal "movimento autônomo e
legítimo"... Afinal, o que ocorreria, de fato, se verdadeiro e
efetivamente massivo tal movimento? Seria o fim da democracia
representativa! E alguém seria capaz de supor que regime a
substituiria no Brasil?
Para compreender o
desespero dos gramscistas que julgavam, até pouco tempo, haver finalmente chegado
o momento da tomada do poder e da implantação de uma ditadura do
proletariado, mediante mais uma vitória do PT e do foro de São
Paulo, basta prestar atenção à campanha de difamação dirigida
contra Aécio Neves e o silêncio em relação à Eduardo Campos e
Marina Silva – estes últimos, na verdade, aliados socialistas no
mesmo projeto. Somente contra Aécio o PT e os aliados de
esquerda dirigem intensa campanha difamatória, sintoma evidente do
medo de que sua candidatura seja vitoriosa e venha a destruir os planos do
foro de São Paulo. Eduardo Campos e Marina, nesse sentido, seriam
apenas uma variante para o mesmo destino final e, assim, representam
apenas um incômodo.
Sobre o fato, muitos
perguntam se Aécio, de fato, não tem problemas ou seria perfeito
para governar o Brasil. É óbvio que o candidato não é
perfeito... Aliás ninguém é! Entretanto, exceto ante o surgimento
de um novo nome, mostra-se como o único capaz de romper a marcha, até aqui
inabalável, rumo à transformação do Brasil em uma ditadura
ligada a todos os tipos de crime, desde a corrupção, passando pelo
terrorismo e até o tráfico internacional de drogas.
Convém atentar para o
fato de que o programa mais médicos; os empréstimos secretos à
Cuba e a diversos países da AL e do Continente Africano; os sistemas
de cotas conforme implantados; os escândalos financeiros, com destaque para os muitos ligados à Petrobrás; os prejuízos aos fundos de pensão; o asilo a criminosos internacionalmente conhecidos e o apoio a várias ditaduras mundialmente denunciadas
comprovam o enorme desrespeito do PT pela democracia e pela
legalidade – e evidenciam o grau de patrulhamento de todas as
instituições a quem incumbiria assegurar a constitucionalidade das
ações de governo.
Será revoltante,
apesar de tantos absurdos, constatar mais uma vitória do PT,
alicerçada no maior programa oficial de compra de votos “nunca
antes tão bem implantado nesse país” ou, quem sabe, até mesmo, em um sistema
de urnas eletrônicas que jamais convencerá aos mais céticos sobre
a impossibilidade de que seja manipulado.
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