Pontos de vista sobre a Política e sobre o papel de cada um em face de seu exercício. Particularmente, este espaço buscará abordar a percepção do autor sobre o papel dos militares e de segmentos liberais ante as ameaças de totalitarismo socialista em curso no Brasil.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Ainda há tempo de sair da poltrona!

Difícil compreender como fatos cristalinos conseguem passar de forma despercebida por boa parte da população - em especial pela classe média, cuja capacidade de percepção dos fatos não se encontra corrompida pelo recebimento das "ajudas" do governo socialista instalado no Brasil - como as inúmeras "bolsas" assistencialistas, os programas de cotas estendidos a cada dia a mais segmentos, os financiamentos e programas ligados à distribuição de facilidades para estudantes com alguma ligação com partidos ditos "progressistas", dentre outras medidas populistas que sugerem a menor importância do trabalho e do esforço individuais.

Igualmente duro é aceitar que o perigoso processo de destruição do tecido social, representado pelas tentativas, até aqui exitosas, de divisão dos brasileiros entre negros, mulatos, brancos, índios, hétero e homossexuais - critérios que não encontram lógica científica ou parâmetros semelhantes para comparação - sejam absorvidos por pessoas cultas, inteligentes e muitas vezes autointituladas conservadoras.

Parece que a explicação fica por conta da boa fé e da ingenuidade do povo. De sua tola esperança (ou seria acomodação?) em esperar sempre que as coisas aconteçam sem esforço ou envolvimento pessoal - por obra divina mesmo!

Nesse sentido é que, vez ou outra, os militantes a quem incumbe a guerra eletrônica do PT lançam, mediante a internet, em especial nas redes sociais, "movimentos populares legítimos" relacionados à defenestração de todos os políticos em exercício, elencando os inúmeros motivos que justificariam a indignação da sociedade para com os mesmos. Ora, descontada a efetiva e justificável indignação da sociedade com muitos políticos, a proposta chega a ser imbecil! Ofende a inteligência imaginar que, exonerados todos aqueles no exercício de mandatos políticos, surgiria um grupo inteiramente novo de pessoas aptas ao exercício desses mesmos cargos e sem os vícios dos antigos ocupantes! Viriam de marte? Ou, quem sabe, seriam também importados de Cuba? Embora a última hipótese pareça absurda, realmente é a que guarda maior relação como o objeto oculto dos idealizadores do tal "movimento autônomo e legítimo"... Afinal, o que ocorreria, de fato, se verdadeiro e efetivamente massivo tal movimento? Seria o fim da democracia representativa! E alguém seria capaz de supor que regime a substituiria no Brasil?

Para compreender o desespero dos gramscistas que julgavam, até pouco tempo, haver finalmente chegado o momento da tomada do poder e da implantação de uma ditadura do proletariado, mediante mais uma vitória do PT e do foro de São Paulo, basta prestar atenção à campanha de difamação dirigida contra Aécio Neves e o silêncio em relação à Eduardo Campos e Marina Silva – estes últimos, na verdade, aliados socialistas no mesmo projeto. Somente contra Aécio o PT e os aliados de esquerda dirigem intensa campanha difamatória, sintoma evidente do medo de que sua candidatura seja vitoriosa e venha a destruir os planos do foro de São Paulo. Eduardo Campos e Marina, nesse sentido, seriam apenas uma variante para o mesmo destino final e, assim, representam apenas um incômodo.

Sobre o fato, muitos perguntam se Aécio, de fato, não tem problemas ou seria perfeito para governar o Brasil. É óbvio que o candidato não é perfeito... Aliás ninguém é! Entretanto, exceto ante o surgimento de um novo nome, mostra-se como o único capaz de romper a marcha, até aqui inabalável, rumo à transformação do Brasil em uma ditadura ligada a todos os tipos de crime, desde a corrupção, passando pelo terrorismo e até o tráfico internacional de drogas.

Convém atentar para o fato de que o programa mais médicos; os empréstimos secretos à Cuba e a diversos países da AL e do Continente Africano; os sistemas de cotas conforme implantados; os escândalos financeiros, com destaque para os muitos ligados à Petrobrás; os prejuízos aos fundos de pensão; o asilo a criminosos internacionalmente conhecidos e o apoio a várias ditaduras mundialmente denunciadas comprovam o enorme desrespeito do PT pela democracia e pela legalidade – e evidenciam o grau de patrulhamento de todas as instituições a quem incumbiria assegurar a constitucionalidade das ações de governo.


Será revoltante, apesar de tantos absurdos, constatar mais uma vitória do PT, alicerçada no maior programa oficial de compra de votos “nunca antes tão bem implantado nesse país” ou, quem sabe, até mesmo, em um sistema de urnas eletrônicas que jamais convencerá aos mais céticos sobre a impossibilidade de que seja manipulado.

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