Pontos de vista sobre a Política e sobre o papel de cada um em face de seu exercício. Particularmente, este espaço buscará abordar a percepção do autor sobre o papel dos militares e de segmentos liberais ante as ameaças de totalitarismo socialista em curso no Brasil.

sexta-feira, 16 de maio de 2014

A missão de cada brasileiro a partir de hoje!

O momento é de intensificar o trabalho de esclarecimento da sociedade sobre os riscos da reeleição do PT e sobre a necessidade de que as estruturas públicas do país sejam dedetizadas contra os vermes petistas que nela foram "plantados" tendo em vista sua manipulação e de seus recursos.

Não se trata de uma "caça às bruxas" contra eventuais idealistas que, na busca de soluções para os problemas nacionais, se juntaram ao PT ou a outro partido de orientação socialista para tentar dar sua contribuição. Tampouco se trata de qualquer processo que possa ameaçar servidores concursados que, mediante mérito e esforço individuais, tenham conquistado qualquer cargo.

A cruzada apontada deve ser dirigida contra o sem-número de parasitas que jamais lograram a aprovação em concursos ou o êxito em empreendimentos individuais associados  à capacidade de produzir o que seja - exceto inconformismo, revolta e desagregação social. Diz respeito à imperiosa e inadiável medida relacionada à limpeza de órgãos e empresas públicas de elementos cuja única função constitui-se na "espionagem", no desvio de meios humanos e materiais, no uso da máquina organizacional e de seus recursos... Tudo em prol do partido e de sua Nomenklatura!

Tal empreendimento, se bem executado, impedirá a sabotagem de eventuais governos não socialistas e que a nação siga sendo drenada, carcomida de dentro para fora, a qualquer custo, tendo em vista a sustentação do projeto de poder coordenado pelo foro de São Paulo e pelo PT. Afinal, em nome de tal meta vale tudo! Vale mandar dinheiro para regimes autoritários na África e na América Latina, vale apoiar regimes radicais e desumanos, vale defender a ditadura castrista, vale elogiar a democracia da Venezuela, vale planejar e adotar ações para o estabelecimento de uma guerra civil em Honduras, vale associar interesses e planos com o narco-terrorismo colombiano, vale colocar em risco a Petrobrás, o BNDS, vale a destruição do direito de propriedade e o enfraquecimento do agronegócio e, o que é mais grave, vale ameaçar os fundos de pensão do Banco do Brasil, da Caixa Econômica, da Petrobrás e outros - mediante o direcionamento de seus recursos a investimentos podres de interesse do projeto de tomada do poder.

Não basta, portanto, derrotar Dilma na presidência... É fundamental vencer o PT em todos os cenários possíveis, inclusive nas eleições para os poderes legislativos federal e estaduais.

Limpo o Brasil da maior infestação de sua história, poderá ser planejado e levado a cabo, depois de dez anos, novo período de investimentos na infraestrutura e nas estruturas de produção nacionais, com alcance de longo prazo, já que eventuais e sadias alternâncias políticas não mais atingirão, com tanto dano, a vida econômica.

Aos idealistas cujo pensamento siga alicerçado em conceitos marxistas, coletivistas, é momento de interpretar as mudanças políticas e econômicas ocorridas após a queda do muro de Berlim, bem como de refletir, com isenção, sobre o número de mortos, em todo o mundo, à custa do pesadelo comunista. Afinal, se a humanidade é unânime quanto aos crimes atribuídos ao nazismo, como ignorar que o comunismo, somente na extinta URSS, foi responsável por quase trinta milhões de mortes e, incluídos China, Camboja, Vietnã, Angola, Cuba e algumas outras aventuras, teria ultrapassado a vergonhosa marca de uma centena de milhões de vítimas? Assim, é fácil compreender que não se pode defender o marxismo e dizer-se pacifista ou humanista!

O Brasil está frente a frente com seu destino e cada um dos brasileiros terá, muito em breve, a oportunidade de escolher entre a responsabilidade e a liberdade em oposição ao risco de prosseguir em retrocesso econômico e político - com grave comprometimento da democracia.

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