Pontos de vista sobre a Política e sobre o papel de cada um em face de seu exercício. Particularmente, este espaço buscará abordar a percepção do autor sobre o papel dos militares e de segmentos liberais ante as ameaças de totalitarismo socialista em curso no Brasil.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Toda notícia, claramente ou bem lá no fundo, atende a determinados interesses - alguns inconfessáveis!

O "Congresso em Foco" tem realizado um grande esforço no sentido de destacar o custo diário do Congresso, em especial o total do valor a ser despendido durante o "recesso branco" daquela casa até as eleições.

Ora, em que pesem as mazelas de nosso congresso e o despreparo, a má-fé e outros defeitos graves que lhes possam ser atribuídos, a desmoralização do Parlamento somente atende aos interesses de quem pretende seu fechamento ou sua anulação - com a criação e o estímulo a mecanismos de "democracia direta" aos moldes bolivarianos ou chavistas.

É óbvio que o bom jornalismo pode - e deve - apontar falhas e problemas! Entretanto. sob pena de tornar-se mais uma ferramenta de manipulação da opinião pública em favor de quem jamais pretendeu a democracia ou não reconhece sua importância, seu trabalho deve ser imparcial e sua visão deve enxergar todas as cores.

No sentido desse entendimento, enviei a seguinte mensagem ao "Congresso em Foco":

Muito útil para a consciência política nacional fazer campanha informando o gasto de quase 230 milhões com o Congresso em recesso. Melhor e mais direto seria defender logo o fechamento do parlamento - já que a desmoralização pretendida com a campanha referida pode não surtir efeito tão rápido e impedir a instalação da tão sonhada (pelos democráticos comunistas) democracia direta objeto do esforço incansável do PT.
Triste é constatar que o senso aguçado do jornalismo político nacional ignora o alinhamento do governo e dos políticos "bem avaliados" de congresso em foco com ditaduras e terroristas.
Não sou hipócrita e, como muitos brasileiros, tenho consciência das mazelas do congresso brasileiro. Nesse sentido, gostaria de ver um jornalismo político responsável cobrando nossos representantes - mas fazendo igual papel em relação aos demais poderes e, com especial firmeza, contra aqueles que, abertamente, têm como meta a destruição da democracia.

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