Pontos de vista sobre a Política e sobre o papel de cada um em face de seu exercício. Particularmente, este espaço buscará abordar a percepção do autor sobre o papel dos militares e de segmentos liberais ante as ameaças de totalitarismo socialista em curso no Brasil.

quinta-feira, 5 de junho de 2014


Quem presta alguma atenção às ações do governo do PT, percebe que nada acontece por acaso ou isoladamente. A leitura do Plano Nacional de Direitos Humanos  (PNDH 3) e os diversos pontos ali elencados permitirá identificar vários objetivos do foro de São Paulo e tais intenções são materializadas, de forma contínua e  persistente, pelo governo.
Infelizmente, a sociedade não está interessada ou não procura analisar, com certo detalhamento, os diversos projetos de lei, decretos e ações de governo originados da Presidente Dilma e seus Ministros. O tão apoiado "Estatuto do Desarmamento", a "Lei do Trabalho Escravo", o "Marco Civil da Internet", a "Lei da Palmada", o programa "Mais Médicos", as tentativas de controle da mídia, o recente Decreto Nº 8.243/2014,  e, todos os demais dispositivos objeto de empenho do governo, escondem armadilhas e pequenos instrumentos de desagregação da família, da sociedade, da propriedade privada, do sistema representativo... Significa dizer que caminhamos inexoravelmente rumo a uma ditadura socialista e, o que é mais grave, mediante ferramentas, aparentemente, democráticas (lembre-se que o voto, no Congresso, se dá de forma manipulada, comprada mesmo!).
Culpa do PT? Absolutamente não! Culpa dos tolos que insistem em se curvar ante o patrulhamento ideológico, às imposições ditadas por agendas "politicamente corretas", ante os elevados ensinamentos morais da TV Globo e seus autores depravados e "comunistas-caviar", ante uma imprensa manipulada e vendida e, acima de tudo, que é capaz de dar gargalhadas apesar dos graves sinais de sua própria ruína.
Hoje, o termo "individualista" foi transformado em ofensa, quando o cerne de todas as políticas e todas as preocupações do Estado deveria ser focado no indivíduo; em cada ser humano distinto e insubstituível, em suas expectativas, sacrifícios, esforço e mérito. Ao contrário, o "coletivismo" dita a moda e se apresenta como meta de aperfeiçoamento social - como se existissem dois seres humanos com idênticas esperanças, sonhos, capacidades e percepção da realidade. Esperar que a riqueza da sociedade seja dividida igualmente por todos equivale a desestimular o esforço empreendedor, em virtude da constatação de que o empenho individual não redundará em premio pessoal, mas em benefício de todos - inclusive daqueles que nada produzem, que para nada se esforçam e, não raro, se riem daqueles que assim procedem.´
É maravilhoso imaginar uma sociedade onde todos têm direito a todas as riquezas e à satisfação de suas necessidades. Resta saber, segundo o pensamento coletivista/marxista, que combate o capital, o empreendedorismo e somente reconhece a meritocracia quando associada à ideologia política, de onde viria  a riqueza capaz de pagar a imensa conta. De fato, todos os países que experimentaram o comunismo, até este momento, produziram riquezas, mas somente para o pequeno grupo de camaradas que concentram o poder sobre a vida e morte de todos.
Recentemente li artigo onde o autor, de forma, no mínimo ingênua, tecia rasgados elogios à Suécia e ao modo como, naquele país, todos já nasciam com direitos a educação, saúde, moradia dignos, de qualidade. No texto, o articulista elogiava o coletivismo sueco, esquecendo, entretanto, de que naquele país, a conta de tantas benesses é paga com os lucros das inúmeras empresas de origem sueca que detém royalties fabulosos e estão espalhadas pelo mundo. Ora, graças ao empreendedorismo dos cruéis capitalistas suecos, bem sucedidos em seus empreendimentos e mérito individual, o país produz riqueza capaz de sustentar tanta justiça social. Mas imaginem se a Suécia tivesse a riqueza de Uganda!!!

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