Ante o barulhento exército das minorias que controlam a opinião publicada fica tão grande o medo da exposição das convicções conservadoras da avassaladora maioria da sociedade, que parece impossível qualquer mudança na rota do país rumo a um futuro autoritário e socialista.
A ditadura do "politicamente correto", cujos critérios são elaborados pela esquerda e cuja definição do termo, após décadas de mentiras, parece haver resultado em sua percepção como paradigma da defesa dos direitos humanos, das minorias e das liberdades, insidiosamente, vem permitindo, justamente, o oposto - ou seja, que sejam solapadas as bases do único sistema capaz de assegurar direitos a todos: a democracia.
Aliás, deveria trazer alguma suspeição aos ingênuos - e vergonha aos vendidos - o uso sistemático do termo "democracia" pelos integrantes do governo brasileiro, uma vez que defendem, de forma rasgada, aberta e incondicional, regimes dos quais qualquer critério democrático passa muito ao largo. Idêntica curiosidade deveria despertar a defesa, por ONG chapas brancas e integrantes da cúpula do mesmo governo, das minorias LGBT (e de outros segmentos cujas letras foram aglutinadas ao grupo) - já que regimes comunistas e teocracias muçulmanas, aliados viscerais do governo brasileiro, historicamente punem de modo terrível e exemplar tais comportamentos.
Assim, os ingênuos seguem acreditando ser possível apoiar esta ou aquela política ou ação do governo petista, como se o demônio tivesse algum vínculo com a luz ou a bondade. Se alguma medida dos petistas parece boa, esta sim deve merecer mais desconfiança e cuidado. Afinal, quem tem como objetivo declarado o estabelecimento de um regime bolivariano mediante os modelos cubano e venezuelano no Brasil, não pode merecer qualquer apoio - sob o risco do fortalecimento de seu propósito.
Dito isso, seria interessante que os cidadãos de boa fé desse país, tolos que acreditam que a riqueza e o desenvolvimento somente advém do trabalho. do empreendedorismo e, acima de tudo, do mérito individual, compreendessem que não existem pessoas "meio mortas", mulheres "meio-grávidas" ou políticos, intelectuais, jornalistas e artistas "meio comunistas". Somente após tal compreensão será destruído o mito de que o socialismo não seja, não como de fato é, um disfarce do velho comunismo - como se fosse possível uma versão moderna, democratíca, iluminada e inofensiva do mal.
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