Pontos de vista sobre a Política e sobre o papel de cada um em face de seu exercício. Particularmente, este espaço buscará abordar a percepção do autor sobre o papel dos militares e de segmentos liberais ante as ameaças de totalitarismo socialista em curso no Brasil.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Veja - Coluna de Rodrigo Constantino. 25 de novembro de 2013, 13:23h

 
 
Uma imagem vale por mil palavras. Vejam, então, esta abaixo. É a presidente Dilma em evento recente do PCdoB. Ao lado, as fotos do pensador Karl Marx e do ditador Lênin, ambos comunistas.


O PCdoB (o C quer dizer comunista, não custa lembrar) louvou a presença e a fala da presidente. Que, por sua vez, foi só elogios ao partido comunista. Mas sabe como é: se você fala que o comunismo não morreu, que ainda é forte no Brasil, e que o próprio governo flerta com bandeiras socialistas, você é tachado de “paranóico”.

Já pensaram se um presidente de “direita” posasse para uma foto com um enorme cartaz de Hitler ao lado, em evento de um Partido Nazista? Absurdo, não é mesmo? A reação seria imediata. Mas comunismo, primo do nacional-socialismo que matou muito mais gente, pode. Pode ter partido oficial em aliança no próprio governo. Pode ter a foice e o martelo como símbolo. Pode ter cartaz com ditador assassino. Vai entender…

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