Pesquisas divulgadas hoje dão conta de que a presidente Dilma Rousseff lidera, com folga, as previsões para a eleição presidencial e que derrotaria Aécio Neves ou Eduardo Campos. Aceitos como verdadeiros e idôneos tais resultados, restaria compreender, de forma fria, o que reserva o futuro ao Brasil. Para isso, basta consultar qualquer bola de cristal que as previsões serão semelhantes.
Conforme sinalização clara emitida pelo PT, o primeiro "fato" seria o fim do voto facultativo - o que asseguraria um longo futuro socialista ao país, mediante o comparecimento infalível de militantes às urnas, contra a eterna acomodação dos demais que julgam a ameaça de um regime autoritário comunista nada mais que um delírio de poucos.
Na sequência, viriam a concretização de outros planos já conhecidos do foro de São Paulo (leia-se Lula, Fidel Castro, FARC, MST, Via Campesina e outras "grupos políticos"). Um dos primeiros, a derrubada da lei de anistia, com a ampliação da revanche contra militares, forçando a submissão final desses aos caprichos dos antigos terroristas e criminosos, hoje governo. Ainda em um momento inicial viriam, também, o sutil início do processo de controle da imprensa, hoje apenas cooptada mediante a doce e inebriante sedução comunista e a reforma política dos sonhos do PT, com a lista fechada e o voto distrital.
Importante observar que, nesse momento, o capital começaria a deixar o país e, na sequência, com a queda na produção, o aumento do desemprego e a previsível degeneração da economia, retornariam alguns experimentos já conhecidos relacionados ao controle de preços. Ah, aí também recrudesceria o controle à imprensa, já iniciado - afinal, mais problemas, maior controle das notícias.
A partir desse ponto, a Polícia Federal e a Receita, já totalmente aparelhadas, seriam utilizadas no combate e eliminação dos inimigos do Brasil - cujo pior crime terá sido denunciar o projeto petista ou, o que é muito mais grave, tentar obstacular sua concretização.
Para conhecer o que viria doravante, basta ler sobre o que aconteceu em todos os lugares em que o projeto comunista foi tentado... e fracassou. Serão os mesmos crimes, violências, violações de direitos e falência das estruturas democráticas. Na melhor hipótese, poderá o Brasil chegar ao "sucesso" chinês, onde uma massa de trabalhadores é explorada por um pequeno grupo de dirigentes do partido comunista - quase todos bilionários. Afinal, não há mal algum em que líderes socialistas sejam recompensados por seu esforço e, como ocorreu com a família Castro ou Lula, se tornem muito ricos e cheios de hábitos capitalistas.
Como aspectos positivos, os atuais parceiros e defensores do projeto socialista enxergariam seu erro e os grupos que os apoiam, hoje, serão destruídos... Epa! Será que isso é positivo? De que adianta esfregar na cara de artistas, intelectuais e políticos corruptos o tamanho de sua culpa na destruição do Brasil de hoje em troca de uma proposta mentirosa? Não há qualquer consolo nisso, como na velha piada em que o filhinho pergunta ao papai o que é "compensação"!
Finalmente, se Cuba fica relativamente próxima aos EUA e permitiu que muitos fugissem em barcos, canoas e até troncos, daqui não é possível fugir pelo Atântico. Restará a fronteira "seca", onde quase todos os vizinhos farão parte da nova versão, certamente então politicamente correta, da "operação condor", que receberá um nome mais romântico já que terá por finalidade a união das ditaduras de esquerda contra liberais imperialistas que merecerão morrer.
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