Pontos de vista sobre a Política e sobre o papel de cada um em face de seu exercício. Particularmente, este espaço buscará abordar a percepção do autor sobre o papel dos militares e de segmentos liberais ante as ameaças de totalitarismo socialista em curso no Brasil.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Boas Vindas à ABRACEO

Um grupo de militares, em sua maioria na inatividade, iniciou em Brasília, um interessante movimento no sentido da formação do ambiente favorável ao surgimento, dentre o segmento ou com o seu apoio, de forças políticas capazes de uma participação cada vez mais representativa no jogo político.
Afinal, historicamente, militares provaram sua capacidade de atuação em cenários os mais diversos e a incursão iniciada, certamente, significará uma contribuição de qualidade para a discussão dos destinos do país.
Em que pese seu afastamento da política, experimentado a partir de passado recente, a participação dos homens de caserna na vida pública brasileira dá-se desde a Proclamação da República e, ao longo do último Século, permeou a história nacional com grandes exemplos de abnegação, espírito público e patriotismo.
Desnecessário citar tantos nomes - já eternizados nos bons livros, bem como na denominação de tantas cidades, logradouros públicos e monumentos. Homens que, dentre tantos pontos em comum, no momento de sua morte, invariavelmente, somente deixaram o legado de sua luta, de seu exemplo e de seu amor ao Brasil. Exemplos de brasileiros que não amealharam riqueza na vida pública e cujo brilho situava-se no caráter, na conduta ética e na firme opção pelo bem comum - ao contrário da imensa maioria dos atuais políticos.
Assim, é muito bem vinda a ABRACEO - Associação Brasileira dos Amigos da Cidadania da Ética e da Ordem - que já conta com um significativo número de adeptos. Que o grupo consiga fazer-se conhecido e despertar a sociedade para a importância da participação dos homens de bem na vida política.
O momento é de lembrar a "Oração aos Moços" de Rui Barbosa e de negação à inércia e à omissão. Chega de permitir que, ante o silêncio dos bons, os maus sigam logrando seus objetivos. Não basta somente discutir ou pregar o bem, o justo, o ético. Hoje, torna-se imperativo arregaçar as mangas e agir.

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