Durante meses, Manuel Zelaya e sua deposição por militares “golpistas” ocupou a mídia brasileira. Ao contrário de outros países, mais cautelosos ante os fatos e suas versões, o Brasil, e seus principais jornais e TV’s, tomaram, de imediato, uma posição ante o episódio: - tudo foi resumido a um golpe militar e, em nome da democracia, Zelaya deveria ser reconduzido ao poder.
Em empreendimento ainda obscuro e nada explorado pelos jornalistas investigativos brasileiros, Manuel Zelaya, ajudado por Hugo Chávez e bolivarianos do governo tupiniquim, instalou-se na embaixada do Brasil em Honduras.
Aqueles que o ajudaram, irresponsavelmente, assumiram o risco da produção de uma guerra civil naquele país e mantiveram-se incisivos no discurso da defesa da democracia.
Na verdade, Zelaya, antes de ser deposto, não pretendia seguir idêntico propósito. Contrariando a Constituição Hondurenha, o Congresso e a Suprema Corte, pretendia realizar uma consulta popular que viria a permitir sua permanência no poder.
Os fatos se sucederam e foi criado um enorme “imbróglio” no qual o Brasil posicionou-se no “olho do furacão” – adotando postura firme e indiscutível em favor de Zelaya.
Ao final, novas eleições foram realizadas. Um novo presidente, Porfírio Lobo, foi eleito. A Suprema Corte absolveu os militares – assumindo que agiram em legítima defesa da democracia. Zelaya, anistiado de seus crimes políticos, será processado pelos vários crimes de corrupção de que é acusado. Chávez segue com sua política de intimidação e de destruição da economia e da ordem social da Venezuela. E no Brasil, alguém vai dizer algo no sentido dos erros imperdoáveis de uma política externa que vem colocando o Brasil entre os únicos países “corretos e democráticos” do mundo, como Venezuela, Cuba e Irã?
Percebe-se que para governantes aqui, como nesses novos modelos de liberdade, democracia é fazer o que reza o poder e antidemocrático seria questionar qualquer coisa!
Em empreendimento ainda obscuro e nada explorado pelos jornalistas investigativos brasileiros, Manuel Zelaya, ajudado por Hugo Chávez e bolivarianos do governo tupiniquim, instalou-se na embaixada do Brasil em Honduras.
Aqueles que o ajudaram, irresponsavelmente, assumiram o risco da produção de uma guerra civil naquele país e mantiveram-se incisivos no discurso da defesa da democracia.
Na verdade, Zelaya, antes de ser deposto, não pretendia seguir idêntico propósito. Contrariando a Constituição Hondurenha, o Congresso e a Suprema Corte, pretendia realizar uma consulta popular que viria a permitir sua permanência no poder.
Os fatos se sucederam e foi criado um enorme “imbróglio” no qual o Brasil posicionou-se no “olho do furacão” – adotando postura firme e indiscutível em favor de Zelaya.
Ao final, novas eleições foram realizadas. Um novo presidente, Porfírio Lobo, foi eleito. A Suprema Corte absolveu os militares – assumindo que agiram em legítima defesa da democracia. Zelaya, anistiado de seus crimes políticos, será processado pelos vários crimes de corrupção de que é acusado. Chávez segue com sua política de intimidação e de destruição da economia e da ordem social da Venezuela. E no Brasil, alguém vai dizer algo no sentido dos erros imperdoáveis de uma política externa que vem colocando o Brasil entre os únicos países “corretos e democráticos” do mundo, como Venezuela, Cuba e Irã?
Percebe-se que para governantes aqui, como nesses novos modelos de liberdade, democracia é fazer o que reza o poder e antidemocrático seria questionar qualquer coisa!
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