Pontos de vista sobre a Política e sobre o papel de cada um em face de seu exercício. Particularmente, este espaço buscará abordar a percepção do autor sobre o papel dos militares e de segmentos liberais ante as ameaças de totalitarismo socialista em curso no Brasil.

quinta-feira, 4 de março de 2010

O Irã Diria a Verdade? E Lula ou Dilma?

O ano de 2010 será decisivo para o Brasil. Nos últimos oito anos o país experimentou certo desenvolvimento econômico - atribuído, por alguns, a qualidades do atual governo, e por outros, a aspectos da conjuntura mundial. Assim, não raro, surgem debates versando sobre pontos positivos e negativos dos períodos FHC e Lula - em particular pelas inegáveis diferenças no cenário internacional á época de cada um dos citados governos e, ainda, pela rigorosa continuidade na política econômica. Tais discussões, entretanto, assumem proporção menor quando analisado o quadro da próxima sucessão presidencial.
Acima de temas como economia e desenvolvimento, assume maior importância e gravidade a perceptível guinada à esquerda que vem sendo imprimida ao país - orientada, por absurdo que pareça, por uma ótica puramente ideológica, ultrapassada.
Fizesse parte dos planos da esquerda brasileira uma visão social e democrática, não seriam os modelos e parcerias escolhidos os mais radicais sob a visão político-ideológica. Além do radicalismo, outras características são comuns a tais paradigmas, como o insucesso na produção e distribuição de riqueza e, o que é mais grave, o total desrespeito á liberdade. Assim é que, nos modelos apontados pelo governo brasileiro, não há imprensa livre, liberdade de expressão ou garantias individuais - sem falar nas claras demonstrações de que suas lideranças representam grave risco para a paz dos povos.
Assim, justifica-se a preocupação quanto ano de 2010. Mais que a escolha de caminhos para o desenvolvimento econômico e social do país, poderá estar em jogo a mudança de parâmetros basilares da sociedade brasileira.
Caso pretenda coisa diferente, o atual governo deveria sinalizar, positivamente, no sentido do respeito à ordem democrática - mediante censura, não a imprensa, mais às figuras do governo que ainda sonham com uma revolução bolchevique ou com a luta de classes - estimulada a partir da revolta no campo.
Em resumo, muito faria o governo - em seu favor e em favor da sociedade - ao apresentar, claramente, sua proposta de futuro para o Brasil.
Infelizmente, assim como Mahmoud Ahmadinejad jamais dirá ao mundo, antecipadamente, a real destinação de seu urânio, Lula esconderá, até o momento do bote final, sua proposta totalitária para o Brasil.
Em outubro de 2010 o país poderá selar seu destino. A partir daí estaremos errados como a imensa maioria do mundo ou certos como os amigos de Lula.

Um comentário:

  1. Enquanto os miseráveis do bolsa-família, assim propositalmente mantidos dependentes do governo comunista brasileiro, decidirem as eleições, nada mudará.
    O povo brasileiro já esqueceu das ambulâncias, do mensalão do PT e até as eleições terá esquecido o do DEM.
    No dia da eleição leva o voto dos 60% de indecisos e despreocupados quem pagar a última cerveja...

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